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	<title>vncs. &#187; desmembrando o nada</title>
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	<description>vinícius nakamura</description>
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		<title>r-evolução</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Jun 2010 03:47:12 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Eu sempre esqueço qual é o nome da música, e consequente refrão, do Pearl Jam; eu não lembro se é &#8220;its evolution, baby&#8221;, ou se é &#8220;its revolution, baby&#8221;. [procurando no google... e descobrindo que é 'evolution'] Estive pensando outro dia sobre essas duas palavras, e suas pequenas diferenças. Graficamente uma tem uma letra a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright size-medium wp-image-533" src="http://www.vncs.net/wp-content/uploads/2010/06/yoko-wish-tree-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" />Eu sempre esqueço qual é o nome da música, e consequente refrão, do Pearl Jam; eu não lembro se é &#8220;its evolution, baby&#8221;, ou se é &#8220;its revolution, baby&#8221;. [procurando no google... e descobrindo que é 'evolution']<br />
Estive pensando outro dia sobre essas duas palavras, e suas pequenas diferenças. Graficamente uma tem uma letra a mais, um R no ínicio. Semanticamente, apesar de serem diferentes, existe algo que liga as duas; dentre várias definições, ambas representam um ato ou efeito causado, de certa relevância, durante um período. Lembro que na escola o professor de História era muito taxativo quanto a definição de revolução, ele dizia: &#8220;Revolução é quando se alteram as bases. Onde a base se torna o topo.&#8221; Durante muito tempo achei que isso era algo realmente assim, taxativo. Mas depois entendi que na verdade essa era uma definição matemática da palavra, tentando se colocar numa aula de Revolução Francesa, e que isso só era um jeito didático de entender.<br />
Essas duas palavras, apesar de representarem processos ou períodos não-pontuais, devido a sua importância e pra fins didáticos, são memorizadas como se fossem pontos. O ponto da revolução francesa é a tomada da bastilha, por exemplo, e apesar de ser pontuada assim, rolou durante um processo. Nomear as coisas também, de certa forma, é pontuar algo impontuável. Quando eu falo que aquele objeto é uma Laranja, é criado um conceito padrão sobre ela: uma fruta que serve pra comer e tal&#8230;Mas sei lá, ela é um objeto qualquer. Pode servir pra fazer uma guerrinha de frutas, hehe, pra fazer malabarismo, etc&#8230;Ela tem vários potenciais, ser &#8220;A laranja&#8221; é só uma de suas resoluções possíveis.<br />
Mas enfim, pensando sobre as duas palavras, e ao mesmo tempo pensando sobre a &#8216;linha do tempo&#8217;  da minha vida, comecei a tentar pontuar momentos importantes como: &#8220;evolução&#8221; ou &#8220;revolução&#8221;&#8230;isso é basicamente restringir esses momentos a alguma melhora ou afirmação de algum rumo que se seguia, e alguma mudança do caminho que se ia seguir. É bemmm restritivo mesmo esse tipo de pensamento, mas é uma reflexão legal. Uma revolução pode ser uma pessoa que você conheceu, um filme que você viu, etc&#8230;Evolução pode ser, sei lá, algum momento que aconteceu e fez você reforçar um caminho já tomado, por exemplo: &#8220;Nossa, eu fiz a escolha certa nesse curso da faculdade.&#8221;, ou qualquer coisa que te faça perceber e melhorar algum aspecto da sua vida. Então enfim, ao estilo dos &#8220;event scores&#8221; do Fluxus, segue essa dica:<br />
&#8220;Pegue um papel e uma caneta<br />
Inicie desenhando um ponto que representa sua primeira memória de infância<br />
Pense no ponto seguinte que foi importante na sua vida<br />
Trace uma linha reta até ele, se for uma evolução, e uma curva se for revolução<br />
Coloque nomes nos pontos&#8221;</p>
<p>Enfim, só escrevi isso aqui pra deixar a reflexão, fazer isso nem deve ficar tão legal, haha. Mas ficou a referências dos &#8216;event scores&#8217;, que é dos anos 60. Foi o ínicio da &#8220;arte participativa&#8221;, junto com hapennings, e formas em geral do público se transformar em autor. A Yoko Ono fez muitos desses &#8216;events&#8217;, inclusive um livro dela(Grapefruit) inicia com &#8220;queime esse livro após ler.&#8221;, que é uma primeira instrução de várias contidas no livro.</p>
<p>Esse é a instrução que gerou a obra participativa da Yoko Ono que ilustra esse post:</p>
<blockquote><p><strong>Wish Piece by Yoko Ono (1996)</strong></p>
<p><em>Make a wish<br />
Write it down on a piece of paper<br />
Fold it and tie it around a branch of a Wish Tree<br />
Ask your friends to do the same<br />
Keep wishing<br />
Until the branches are covered with wishes</em></p></blockquote>
<p><em> </em></p>
<p>E que você esteja pronto pra suas (r)evoluções. <img src='http://www.vncs.net/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
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		<title>Modelo</title>
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		<pubDate>Sat, 05 Jun 2010 01:36:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vncs.</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Como disse no post anterior: enquanto eu assistia Lost ao vivo por um site que transmitia um canal estadunidense, mais do que pensar sobre o que acontecia com o final da série, uma coisa me chamou muita atenção. Os comerciais de lá são muito bons. Todos! Quero dizer, visualmente e tecnicamente falando. Percebi que o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_518" class="wp-caption alignright" style="width: 238px"><img class="size-medium wp-image-518" src="http://www.vncs.net/wp-content/uploads/2010/06/twiggy-228x300.jpg" alt="" width="228" height="300" /><p class="wp-caption-text">Twiggy</p></div>
<p>Como disse no post anterior: enquanto eu assistia Lost ao vivo por um site que transmitia um canal estadunidense, mais do que pensar sobre o que acontecia com o final da série, uma coisa me chamou muita atenção. Os comerciais de lá são muito bons. Todos! Quero dizer, visualmente e tecnicamente falando. Percebi que o pior comercial era comparável ao melhor comercial daqui. Eu via todos eles e quase 90% eu poderia dizer: &#8220;esse comercial é perfeito!&#8221;. Perfeito. E isso me deixou um pouco mal. Não por eles serem &#8216;melhores&#8217;, porque são mesmo e isso não é um problema. Fiquei mal pela definição de &#8216;muito bom&#8217; e &#8216;perfeição&#8217; que eu tenho. Que todos nós temos. O que acontece é simples, eles dominam o mundo por quase um século já. E o aparecimento e/ou ampliação da publicidade, da televisão, do cinema, etc, coincidiram com o crescimento e dominação deles. Isso é um fato. E o que resulta disso: <strong>Modelo!</strong> É um sentimento muito ruim que se passa quando você percebe isso. Hoje em dia quem produz algo, sobretudo em imagem e/ou aúdio está com uma influência, quase indissociável, do que os estadunidenses produzem ou produziram. É como se vivêssesmos uma grande mentira sem perceber, tentamos alcançar um ideal(o modelo americano) que jamais conseguiremos, e não por incompetência, mas porque foram eles que criaram esse modelo, portanto eles têm todo o conhecimento pra produzir com perfeição aquilo que criaram.<br />
Mas enfim, isso da coisa estadunidense ou americana é só a ponta do iceberg. Porque na verdade, isso ocorre em tudo na vida. Somos nós, sempre buscando consciente ou inconscientemente modelos ou pequenos fragmentos em coisas que vimos, pessoas que achamos legais, modos de agir e etc, em busca sempre de um modelo ideal nunca alcançável. Somos um grande frankstein. Como diria alguma linha do clube da luta: &#8220;Copy of a copy of a copy of a copy of a copy&#8230;&#8221;<br />
Inclusive, eu tive agora que criar um nome pro post, ao escrever &#8216;Modelo&#8217; me veio na cabeça as modelos de Moda, ou de fotografia e etc&#8230;E é exatamente o que elas são. Assim como os super-heróis são modelos que as pessoas tentam copiar consciente ou inconscientemente(vou repetir isso mil vezes). Você acha que engana alguém quando diz: &#8220;eu tenho personalidade!&#8221;. Não tem! E inclusive você está copiando essa frase de alguém, porque um dia você viu alguém dizer isso e virou uma cópia tentando ser uma não-cópia.<br />
Em arte(na verdade é uma classificação de Ezra Pound sobre escritores, mas vale) é dito que existem: inventores, mestres e diluidores. Acho que isso pode se refletir pra todas as áreas, inclusive comportamento. E tudo isso tem um pouco a ver com os <a href="http://www.vncs.net/desmembrando-o-nada/memes/" target="_blank">memes</a>. Mas enfim, chega disso por enquanto. <img src='http://www.vncs.net/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
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		<title>cyberpunk, steampunk, biopunk&#8230;e cyberpunk</title>
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		<pubDate>Sun, 25 Apr 2010 00:37:00 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O último post terminou com cyberpunk. Esses termos são bem legais. Eu acho que todos esses termos surgiram do cyberpunk, que é a projeção de um futuro de uma sociedade de alta tecnologia, com super corporações no poder, e etc&#8230;No caso do steampunk, geralmente são exploradas características do século 19, mas acaba sendo um termo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O último post terminou com cyberpunk. Esses termos são bem legais. Eu acho que todos esses termos surgiram do cyberpunk, que é a projeção de um futuro de uma sociedade de alta tecnologia, com super corporações no poder, e etc&#8230;No caso do steampunk, geralmente são exploradas características do século 19, mas acaba sendo um termo utilizado para histórias onde se deslocam paradigmas de invenções. Colocam por exemplo existência de telefones, computadores, aviões e etc, num tempo(e portanto também estética) diferente do tempo da criação deles na história &#8216;real&#8217;. De biopunk só conheço o exemplo do filme Gattaca, que é uma sociedade onde todos já são mapeados completamente pelo seu DNA antes mesmo de nascer. Todos esses temas são legais porque tocam no ponto da &#8220;5ª dimensão&#8221; que escrevi em<a href="http://www.vncs.net/post-com-sono/o-tempo-o-segredo-e-a-mentira/" target="_blank"> outro post</a>, que é o <strong>&#8220;e se&#8230;&#8221;</strong></p>
<p>A idéia da probabilidade é demais, a coisa de que cada segundo da sua vida tem um potencial de gerar mil coisas diferentes. Por mais sutis que sejam 2 formas diferentes de dizer algo pra alguém, cada uma terá provavelmente um resultado diferente a longo prazo. E nem há muito o que lamentar se você sente que não fez a melhorar decisão, porque no segundo seguinte já se abrem outras mil possibilidades&#8230;Mas no final, todos são para alcançar lugar nenhum. Tudo é um grande ciclo, você depois de um certo ponto só quer perpassar de novo por sentimentos dos quais já viveu, ou que projetou baseado em algo. Você só quer atualizar sensações, atualizar tanto no sentido de renovar o que já sentiu, quanto tornar palpável algo que era somente virtual.</p>
<p>Enfim, o título do post é baseado(só formalmente) em um filme que eu nunca vi, mas que o título eu acho muito bom, e que tem um pouco haver com essa coisa de ciclo:<a href="http://www.imdb.com/title/tt0374546/" target="_blank"> &#8220;Primavera, Verão, Outono, Inverno&#8230;e Primavera.&#8221;</a></p>
<p>Depois escrevo um post específico sobre algum filme desses gêneros aí do título, só pra deixar registrado algum pensamento mais longo.</p>
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		<title>o botão vermelho</title>
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		<pubDate>Sun, 11 Apr 2010 04:12:30 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Desconfio que o temido botão vermelho não será a ativação de uma bomba. A evolução da tecnologia apesar de muito boa, carrega consigo o grande fardo da incerteza. Pensei hoje sobre o simples ato de entregar um bilhete pra alguém nos dias de hoje mesmo, um papelzinho rasgado dum canto de uma página. Simples como [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Desconfio que o temido botão vermelho não será a ativação de uma bomba. A evolução da tecnologia apesar de muito boa, carrega consigo o grande fardo da incerteza. Pensei hoje sobre o simples ato de entregar um bilhete pra alguém nos dias de hoje mesmo, um papelzinho rasgado dum canto de uma página. Simples como uma carta de amor. Está ali o papel deformado pela força aplicada e peso da tinta, do recado, e dos sentimentos e planos em sua forma material.</p>
<p>Eis então a tecnologia com nanochips ou sei lá o que. O medo. Poderia futuramente um nanochip abrigar-se junto ao peso da tinta de uma carta de amor. Carregaria um GPS, ou mil coisas que não me vêem a cabeça, sem ter a antiga inocência da representação de um código em tinta. Ninguém confiará em ninguém, o contato físico estará cada vez mais fadado a desaparecer. O medo do invisível será iminente. Todos se comunicarão e viverão salvos em suas cabines privadas e conectadas. A máquina e a própria rede de conexões dividirão a importância com o ser humano em sua existência. Você precisará instalar um anti-vírus em seu corpo, e atualizar todos os dias. E a escolha foi puramente do homem, quando deixou de ser um simples animal e criou a ferramenta. É interessante como não vemos o sentido oposto de muitas coisas. Se dizem, na doutrina cristã, que &#8220;Deus fez do homem a sua imagem&#8221;, podemos dizer também que o &#8220;O Homem fez de Deus a sua imagem&#8221;&#8230;e no caso da técnica também podemos dizer que o &#8220;Homem fez da técnica a sua imagem e necessidade&#8221;, e a &#8220;Técnica fez do homem a sua imagem e necessidade.&#8221;&#8230;Seremos escravos da nossa própria criação.</p>
<p>E então quando a relação homem-máquina-rede estiver totalmente fundida, o botão vermelho será acionado. Não sendo uma bomba, como pensado na iminência da guerra-fria, será um interruptor de luz, nessa iminente distopia cyberpunk.</p>
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		<title>Galileu, Google Maps e o Mito da Caverna</title>
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		<pubDate>Sat, 27 Mar 2010 03:00:34 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O que nos é apresentado durante nossas vidas são sempre como as sombras projetadas no fundo da caverna. Estou fazendo uma aula de teoria da comunicação digital, com um professor muito bom e engraçado, Massimo Di Felice. Durante uma aula ele explicou a mudança de paradigma da relação do homem com a sua forma de enxergar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption alignright" style="width: 270px"><a href="http://www.vncs.net/wp-content/uploads/2010/03/olho-grande.jpg"><img class=" " src="http://www.vncs.net/wp-content/uploads/2010/03/olho-grande.jpg" alt="" width="260" height="282" /></a><p class="wp-caption-text">zoio grande</p></div>
<p>O que nos é apresentado durante nossas vidas são sempre como as sombras projetadas no fundo da caverna. Estou fazendo uma aula de teoria da comunicação digital, com um professor muito bom e engraçado, Massimo Di Felice. Durante uma aula ele explicou a mudança de paradigma da relação do homem com a sua forma de enxergar e vivenciar o mundo. Galileu apontou o telescópio, um invento recém descoberto, para o céu noturno, e então viu o que ninguém havia percebido, planetas, estrelas. Enfim&#8230; Isso foi definitivamente um marco, o homem com auxílio de um instrumento agora poderia transcender sua limitação corporal, passando a enxergar o mundo de uma nova forma, e sobretudo desconfiar da sua antiga e limitada captação passiva.<br />
<a href="http://www.vncs.net/wp-content/uploads/2010/03/olho-grande.jpg"></a>Muitos anos depois entra em ação um outro personagem, tão curioso sobre a vida quanto Galileu. Eu. Enquanto Galileu antes do telescópio observava a escuridão do céu apenas com pequenos pontos brilhantes, eu acordava cedo na minha antiga casa do Campo Limpo, olhando pra janela e observando quase no mesmo nível a frente das casa da pequena favela que havia atrás do meu prédio. Passei muitos anos pensando que havia apenas uma linha de casas na minha frente. Até o dia em que eu descobri o Google Maps, quando digitei o nome da rua que apontaria pra minha casa, foi quase como Galileu apontando o telescópio pro céu. Um disparo de olhar que mudou completamente a minha visão sobre aquilo que eu olhava mas nunca percebia. O Google Maps me ensinou que atrás da casa que eu via de frente, existia outra, e atrás da outra, outra, e outra, e mais outra&#8230;E o mais curioso é a relação inversa disso, enquanto Galileu olhou pro céu com um instrumento pra ver o que não percebia normalmente, eu usei um instrumento que do céu me mostrou na terra o que eu não percebia normalmente.<br />
Não sei, mas fiquei pensando muito sobre isso durante a minha caminhada matinal de quinta-feira, e sei lá, achei que tinha um pouco haver com o mito da caverna também essa história. Tanto Galileu, o Google Maps, quanto o Mito da Caverna tem haver com o nosso olhar sobre as coisas. Sobre que toda a verdade do mundo está posta diante, entre e dentro de nós, e com os nossos 5 sentidos que postei anteriormente temos a falsa impressão de que compreendemos tudo, sem na verdade perceber muita coisa. Como diria Raul Seixas: &#8220;é você se olhar no espelho e se sentir-se um grandessíssimo idiota, saber que é humano, rídiculo, limitado e que só usa 10% de sua cabeça animal.&#8221;</p>
<p>E sei lá. Semana passada tive conjuntivite, e isso tem haver com o olhar também. =p</p>
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		<title>Judas</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Mar 2010 02:15:06 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Eu tenho uma teoria sobre Judas. Primeiro queria dizer que nasci com uma semi-influência católica. Uma vez por mês, mais ou menos, a família ia a igreja. Era mais um programa familiar do que a fé. Provavelmente a fé dos 4 juntos era menor do que de qualquer velha coadjuvante presente. Mas sei que isso [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu tenho uma teoria sobre Judas. Primeiro queria dizer que nasci com uma semi-influência católica. Uma vez por mês, mais ou menos, a família ia a igreja. Era mais um programa familiar do que a fé. Provavelmente a fé dos 4 juntos era menor do que de qualquer velha coadjuvante presente. Mas sei que isso é bem comum em algumas famílias, ir na igreja quase como algo social. Mas enfim&#8230;Junto aos raros passeios também tive na escola, da primeira série ao terceiro colegial, praticamente 2 aulas de religião por semana. A escola era luterana. O que é legal, Lutero é meio que o esquerdista da Idade Média, mas não o primeiro esquerdista da história. Exatamente nessa classificação que entra minha teoria sobre Judas.<br />
Pra quem não sabe, Judas é tido como o traidor de Jesus, ele sendo um dos 12 apóstolos que seguiam Jesus com afinco teria revelado aos guardas romanos a localização de Jesus em troca de um bocadinho de moedas. Essa é a história que contam por aí. Como toda história cristã, ela pretende ter uma moral. O problema é que a moral cristã é sempre a mesma: &#8220;deus é maior. arrependa-se.&#8221; o que torna a religião muito chata. Imagine, é como se todas as fábulas infantis terminassem com o animal dizendo: &#8220;perdão, deus. pequei.&#8221; &#8230;consigo imaginar já a raposa pedindo perdão a deus por ter cobiçado as uvas, ou a formiga dizendo: &#8220;deus, perdoe a cigarra, ela não sabe o que faz.&#8221; Poderia até ser ilustrada pelo smilinguido.<br />
A questão é, a condenação à Judas que todos fazem hoje em dia é baseada nessa visão. Judas virou sinônimo de traidor e tudo mais. Mas pense nos fatos da história:<br />
• A situação política da região era muito ruim. O povo era oprimido pelo comando do Império Romano.<br />
• Judas não aceitou as moedas em troca.<br />
• Judas se enforcou algum tempo depois à morte de Jesus.</p>
<p><a href="http://www.vncs.net/wp-content/uploads/2010/03/judas.gif"><img class="alignright size-full wp-image-444" src="http://www.vncs.net/wp-content/uploads/2010/03/judas.gif" alt="justiça para judas!" width="301" height="300" /></a>Esses três fatos só me fazem pensar em uma coisa, Judas entregou Jesus pensando em criar uma revolta no povo oprimido. &#8220;Ih mano, cataram Jesus. Vamo revoltá!&#8221; passeatas com &#8220;Justiça! Justiça! Justiça!&#8221;. O que não aconteceu, eles simplesmente viram o cara ser crucificado. Lembro de ter criado essa teoria na escola ainda, depois descobri que havia essa vertente, talvez tenha me influenciado ter assistido a um filme no qual mostrava Judas falando sobre a população e a relação com o governo e tal, mas enfim, só sei que ler especulações parecidas com a tese que criei, só reforçaram que isso é uma argumentação válida. Judas foi o primeiro esquerdista revolucionário da história! Era a silhueta do rosto dele que deveria estar por aí nas camisetas, com certeza. Então posso dizer também que a ingratidão com Judas é maior do que a que dizem que o ser humano teve com Jesus. Além de todo aspecto que expliquei aqui. Ele era barbudo. Ou seja, fato.</p>
<p>E veja só, outra questão ainda contemporânea nessa história é o fato do povo ter acompanhado de perto todo o caminho que Jesus fez carregando a cruz e sendo chicoteado. E ainda ficar lá só olhando ele agonizando. Isso é bizarro, é tipo fichinha perto de ver big brother, ou ir ao tribunal só pra ver o julgamento do caso Nardoni.</p>
<p>E o por que judas se matou? Isso é óbvio, cansou de viver com o povo que não conseguia viver sem liberdade. A paz e liberdade espiritual prometida por Jesus, não era suficiente pra ele. E Jesus onde fica na história? Morto.</p>
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		<title>5 sentidos</title>
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		<pubDate>Sat, 06 Mar 2010 01:52:46 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Parece óbvio relembrar que temos 5 sentidos, não? Afinal o raciocínio direto é lembrar de cada um, testá-los rapidamente durante 1 segundo, e enfim concluir que realmente estão lá. Não tão óbvio(mas ainda é óbvio o que vou escrever) é parar pra pensar o que eles realmente significam pra nós. Pare por um minuto e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_437" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://www.vncs.net/wp-content/uploads/2010/03/shutterstock_714240.jpg"><img class="size-medium wp-image-437" title="_O,Y" src="http://www.vncs.net/wp-content/uploads/2010/03/shutterstock_714240-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /></a><p class="wp-caption-text">_O,Y</p></div>
<p>Parece óbvio relembrar que temos 5 sentidos, não? Afinal o raciocínio direto é lembrar de cada um, testá-los rapidamente durante 1 segundo, e enfim concluir que realmente estão lá. Não tão óbvio(mas ainda é óbvio o que vou escrever) é parar pra pensar o que eles realmente significam pra nós. Pare por um minuto e tente se imaginar perdendo 1 deles a cada 5 minutos. Primeiro se imagine sem poder ouvir nada, seu mp3 favorito se foi, ou a muda imagem de uma bela risada. Depois esqueça o cheiro das flores, ou da pizza que acabou de chegar. Acho que 5 minutos pra cada seriam realmente suficientes pra você sentir o que perdeu. Agora você não pode mais sentir o gosto do leite com infância e nescau. Estado vegetativo. Você não sente mais seu coração batendo, nem a intensidade de um abraço em nada e ninguém. E então entre um piscar e outro, você não vê mais nada. Na verdade você nem existe mais. O mundo não existe mais. Você é um espectro de existência. Você sempre foi isso, seus sentidos são só ferramentas buscando alguma realidade, e interagindo com outros espectros de existência.</p>
<p>Na verdade eu acho que temos mais de 5 sentidos, a questão é exercitá-los. E eu estou sempre tentando.</p>
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		<title>memes</title>
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		<pubDate>Sat, 13 Feb 2010 23:39:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vncs.</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O aprendizado escolar que mais me chocou e me faz pensar até hoje, além do teorema de pitágoras, é o fato da mitoncondria ter um DNA próprio. Tá, isso por si não é tão interessante. Mas quando o professor Patropi, de biologia do Cursinho da Poli, me atentou sobre a possibilidade da mitocondria ter sido [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_407" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://www.vncs.net/wp-content/uploads/2010/02/montagem.jpg"><img class="size-medium wp-image-407" title="montagem" src="http://www.vncs.net/wp-content/uploads/2010/02/montagem-300x300.jpg" alt="" width="300" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">&quot;hummm, cérebro!&quot;</p></div>
<p>O aprendizado escolar que mais me chocou e me faz pensar até hoje, além do teorema de pitágoras, é o fato da mitoncondria ter um DNA próprio. Tá, isso por si não é tão interessante. Mas quando o professor Patropi, de biologia do Cursinho da Poli, me atentou sobre a possibilidade da mitocondria ter sido um organismo externo que durante várias gerações entrou em simbiose com as celulas humanas, isso me assustou. Nesse dia eu fiquei pensando e criando várias teorias sobre o fato do DNA(e a mitocondria também) ser um tipo algo que usa nosso corpo pra se multiplicar. Até que eu descobri que um cara já tinha escrito um livro sobre isso. E que na verdade o Patropi tenha falado isso porque leu esse livro, essa informação passou do livro pro Patropi, e do Patropi pra mim, e depois voltou pro livro. Eu não li o livro, mas ele foi escrito por Richard Dawkins, e se chama &#8220;O gene egoísta&#8221;. E o que estou falando é sobre Memes. Pra quem não sabe, memes são os equivalentes do genes, só que da informação. São informações que se multiplicam através das pessoas. Os memes são praticamente tudo atualmente com esse mundo cheio de informações: religiões, tecnologia, frases, idéias, tudo. E assim como os genes, eles usam nossos cérebros para se multiplicar. Ou seja, isso é mais um motivo para nos sentirmos apenas corpos guiados para multiplicação, tanto de memes, quanto de genes.</p>
<p>Pra quem se interessar, tem um vídeo do TED que fala sobre isso. Claro, a mulher é meio exaltada, mas fica mais interessante assim, hahaha. Mas é legal entrar na fantasia(ou realidade mesmo) de que somos apenas hospedeiros. Segue o link bacana.<br />
<a href="http://www.ted.com/talks/lang/eng/susan_blackmore_on_memes_and_temes.html">http://www.ted.com/talks/lang/eng/susan_blackmore_on_memes_and_temes.html<br />
</a>Não tem legenda em português, mas tem em inglês, só escolher ali na abinha.</p>
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		<title>crescer e crescer</title>
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		<pubDate>Sat, 13 Feb 2010 23:24:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vncs.</dc:creator>
				<category><![CDATA[desmembrando o nada]]></category>
		<category><![CDATA[memes]]></category>
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		<description><![CDATA[Estava conversando exatamente agora com a Nozomi(amiga, e ex-namorada) sobre quebrar barreiras e crescer. Eu sempre tive um certo problema relacional com as pessoas, haha. Quando era pequeno eu tinha meio que uma síndrome do pânico, e não conseguia nem ir na padaria comprar um pãozinho. Além do medo de algo acontecer no caminho, me [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_409" class="wp-caption alignleft" style="width: 234px"><a href="http://www.vncs.net/wp-content/uploads/2010/02/crescer-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-409" title="crescer-2" src="http://www.vncs.net/wp-content/uploads/2010/02/crescer-2-224x300.jpg" alt="joguei &quot;crescer&quot; no google, e apareceu essa imagem, hehe." width="224" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">&quot;crescer&quot; no google imagens, dá nisso. hehe bonitinho.</p></div>
<p>Estava conversando exatamente agora com a Nozomi(amiga, e ex-namorada) sobre quebrar barreiras e crescer. Eu sempre tive um certo problema relacional com as pessoas, haha. Quando era pequeno eu tinha meio que uma síndrome do pânico, e não conseguia nem ir na padaria comprar um pãozinho. Além do medo de algo acontecer no caminho, me assustava o momento que eu tinha que pedir o pão pro padeiro, e nem adianta perguntar o por que disso, quem tem essas coisas não conseguem explicar. Acho que superei isso num dia de chuva, quando fiquei na escola pra fazer um trabalho(contando que na volta eu teria companhia de um pessoal que morava perto), o problema foi que bem na hora da volta começou uma chuvona, tipo meus amigos chamaram os pais pra pegarem eles de carro. Quando vi todos entrando em seus carros felizes e eu sozinho na portaria, percebi que estava ferrado, haha. Mas não, descobri duas coisas nesse dia, que eu adorava a chuva, e que o meu medo era muito maior do que eu imaginava. De certa forma a chuva amenizou o problema, a rua fica deserta com uma chuva torrencial, e eu então tinha passagem livre. E talvez esse seja o motivo por qual eu gosto de tomar chuva, ainda me agrada o fato da rua estar vazia num dia assim. No fim de semana seguinte já tive coragem de ir comprar um jornal, e ainda pedir o fascículo de alguma coleção X que nem vou lembrar hein. =]</p>
<p>No cursinho quando eu fiz amizade com o trio bacana: nativa, natasha e patrícia. Elas agitavam bastante pra ir pro teatro, cinema e etc&#8230;Eu nunca saia pra lugar nenhum até então, era meio chucro e tal. E só a amizade delas me fez mudar, ou confirmar meu jeito de pensar. É legal quando você se sente meio perdido num universo de pensamentos, e nisso você encontra pessoas com mais ou menos a mesma cabeça. E isso é uma coisa que você só percebe e dá valor mesmo muito tempo depois. Enfim, elas me ajudaram muito, só por existirem. (olha que bonito, haha)</p>
<p>Depois outro grande passo foi quando namorei a Nozomi, o momento onde eu descobri que é importante expressar os seus sentimentos. Não que ela tenha me ensinado isso, mas ela causou isso. Tipo, se eu não tivesse um dia namorado ela, eu nunca teria coragem de escrever um post como esse por exemplo. É sempre expressar sentimentos, isso é o que diferencia os seres humanos das máquinas que estamos nos tornando; nesse momento é bom ser reacionário.</p>
<p>Pode paracer besta escrever essas coisas. Mas sei lá, vai que alguém tenha alguma experiência parecida, ou que pelo menos olhe pra trás e perceba que aquele esquema de efeito borboleta tenha sido funcional pra sua vida também, as vezes algo que alguém fez, tão simples que nem ela se lembre, pode ter mudado a sua vida. Todo mundo deve ter algo assim.</p>
<p>Mas enfim, ainda tenho meus problemas relacionais, haha. Mas isso que torna a vida interessante, desafios a serem enfrentados pra se tornar alguém melhor. Não melhor em uma escala universal, mas sim em uma escala pessoal. Cada um tem sua própria montanhazinha. E o ganhador nem é quem chega mais alto, e sim quem sorri mais escalando.</p>
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		<title>Rumpelstiltskin</title>
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		<pubDate>Thu, 28 Jan 2010 00:57:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vncs.</dc:creator>
				<category><![CDATA[desmembrando o nada]]></category>
		<category><![CDATA[enigma]]></category>
		<category><![CDATA[palavra como chave]]></category>
		<category><![CDATA[Rumpelstiltskin]]></category>

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		<description><![CDATA[Rumpelstiltskin é uma história dos irmãos Grimm. Talvez pouca gente conheça por esse nome, o que é uma pena, um nome tão legal ser substituido popularmente por &#8220;a menina que transformava a palha em ouro&#8221;. Mas enfim, tem umas coisas nessa história que eu gosto muito. Principalmente a parte do enigma, na verdade eu acho [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Rumpelstiltskin</strong> é uma história dos irmãos Grimm. Talvez pouca gente conheça por esse nome, o que é uma pena, um nome tão legal ser substituido popularmente por &#8220;a menina que transformava a palha em ouro&#8221;. Mas enfim, tem umas coisas nessa história que eu gosto muito. Principalmente a parte do enigma, na verdade eu acho que gosto de enigmas em geral. Essa coisa de uma palavra que vai gerar uma transformação, ou evitar algo. Na história, para não perder o seu primeiro filho a moça tem que descobrir o nome do leprechau em 3 dias. Que é Rumpelstiltskin. Ela descobre com a ajuda de um passarinho informante que ouviu o leprechau bêbado cantando seu próprio nome na floresta. Enfim, é muito legal essa coisa de uma palavra ser o gatilho de algo, transponho isso para a vida real, hehe. Às vezes uma palavra, ou algo simples que você faz, pode gerar algum acontecimento legal. Ou ruim também. Mas o fato de uma palavra, uma simples palavra que está perdida no mundo das palavras, que é alcançável a todo instante, ter em certo momento e para alguém determinado um valor transcendente ao próprio valor normal dela.<br />
E ainda nisso, essa parte do nome lembra muito o que escrevi no post sobre <a href="http://www.vncs.net/tema-aleatorio-pego-no-dicionario/exorcismo/">exorcismo</a>. Talvez essa história tenha algo de que quando você conhece e da nome aos seus problemas, é um grande passo para enfrenta-los, talvez o principal passo. E a história deve ser meio que uma metáfora sobre isso.</p>
<p>Talvez não deu pra entender no que eu quis chegar, mas enfim, pra mim isso da palavra ter encantos mágicos é bem interessante.</p>
<p>Ah, e só pra constar, conheci esse conto aí no antigo programa da cultura, Contos de Fada. Quem se lembra sabe que era um ótimo programa. =]</p>
<p>*Muita gente acha esse post no google procurando pela história de Rumpelstiltskin, segue o link para a história completa mesmo:<br />
<a href="http://www.logoslibrary.eu/pls/wordtc/new_wordtheque.w6_context_baby.more_context_baby?parola=0&amp;n_words=1&amp;v_document_code=8190&amp;v_sequencer=16139&amp;lingua=bp">http://www.logoslibrary.eu/pls/wordtc/new_wordtheque.w6_context_baby.more_context_baby?parola=0&amp;n_words=1&amp;v_document_code=8190&amp;v_sequencer=16139&amp;lingua=bp</a></p>
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