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	<title>vncs. &#187; Filmes</title>
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		<title>Gake no ue no Ponyo (2008)</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Feb 2010 05:20:15 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Mais um filme do Studio Ghibli, dirigido pelo Hayao Miyazaki. E mais uma vez um filme muito bom. Legal quando você assiste um filme já com a certeza que vai ser bom. Os filmes do Miyazaki são mergulhos no imaginário, sem introdução. Nada é explicado, é tudo um fluxo de um universo não existente, mas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.vncs.net/wp-content/uploads/2010/02/ponyoposter.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-416" title="Pôster" src="http://www.vncs.net/wp-content/uploads/2010/02/ponyoposter-202x300.jpg" alt="" width="202" height="300" /></a>Mais um filme do <strong>Studio Ghibli</strong>, dirigido pelo <strong><a href="http://www.imdb.com/name/nm0594503/" target="_blank">Hayao Miyazaki</a></strong>. E mais uma vez um filme muito bom. Legal quando você assiste um filme já com a certeza que vai ser bom. Os filmes do Miyazaki são mergulhos no imaginário, sem introdução. Nada é explicado, é tudo um fluxo de um universo não existente, mas com uma moral real. Quando você acha que vai ser aquela coisa de &#8220;é só imaginação da criança&#8221;, daí todo mundo entra na brincadeira, e a realidade mágica se mistura naturalmente com a realidade &#8220;real&#8221;.</p>
<p>A história é basicamente sobre o amor e afeto entre um menino e uma &#8216;peixinha mágica&#8217;(Ponyo) que ele encontra no mar. Ao conhecer o menino, ela passa a desejar ser uma menina. Enfim, como eu disse não tem muita explicação os filmes dele, é um fluxo de fantasia. É bem bonitinho, haha. Legal que veio na minha cabeça, enquanto assistia o filme, a associação direta com aquele poema &#8220;Porquinho-da-Índia&#8221; do<strong> Manuel Bandeira</strong>.</p>
<blockquote><p><strong>Porquinho-da-Índia</strong></p>
<p>Quando eu tinha seis anos<br />
Ganhei um porquinho-da-índia.<br />
Que dor de coração me dava<br />
Porque o bichinho só queria estar debaixo do fogão!<br />
Levava ele prá sala<br />
Pra os lugares mais bonitos mais limpinhos<br />
Ele não gostava:<br />
Queria era estar debaixo do fogão.<br />
Não fazia caso nenhum das minhas ternurinhas&#8230;</p>
<p>- O meu porquinho-da-índia foi minha primeira namorada.</p></blockquote>
<p>Todo primeiro amor é inocente. E é disso que o filme trata.</p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.vncs.net/wp-content/uploads/2010/02/Ponyo.On_.The_.Cliff_.2008.DVDRip.XviD-ViSiON.NoRar_.www_.torrent-loco.com_.ar_.avi_snapshot_01.25.51_2010.02.21_21.21.31.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-418" src="http://www.vncs.net/wp-content/uploads/2010/02/Ponyo.On_.The_.Cliff_.2008.DVDRip.XviD-ViSiON.NoRar_.www_.torrent-loco.com_.ar_.avi_snapshot_01.25.51_2010.02.21_21.21.31.jpg" alt="" width="592" height="320" /></a></p>
<p style="text-align: left;">Mas falando em primeiro amor, assista &#8220;ABC do Amor&#8221;, é muito melhor que o &#8220;Meu primeiro amor&#8221;. Assisti na globo outro dia, e é bão, estilo de edição que eu gosto. O título original é<a href="http://www.imdb.com/title/tt0412922/" target="_blank"> &#8220;Little Manhattan&#8221;</a>.</p>
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		<title>Ervas Daninhas</title>
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		<pubDate>Sat, 09 Jan 2010 04:31:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vncs.</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Assisti esse filme esses dias, queria ver qualquer um, fazia um tempinho que não ia ao cinema. Escolhi ele mais porque o diretor era o Resnais, vi há uns 2 anos um outro filme dele que parece que esta em cartaz eternamente no cinema do HSBC, &#8220;Medos Privados em Lugares Públicos&#8221;&#8230;medos privados foi legal e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_326" class="wp-caption alignleft" style="width: 231px"><a href="http://www.vncs.net/wp-content/uploads/2010/01/les-herbes-folles.jpg"><img class="size-medium wp-image-326" title="les-herbes-folles" src="http://www.vncs.net/wp-content/uploads/2010/01/les-herbes-folles-221x300.jpg" alt="" width="221" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">O cartaz é bonitinho</p></div>
<p>Assisti esse filme esses dias, queria ver qualquer um, fazia um tempinho que não ia ao cinema. Escolhi ele mais porque o diretor era o Resnais, vi há uns 2 anos um outro filme dele que parece que esta em cartaz eternamente no cinema do HSBC, &#8220;Medos Privados em Lugares Públicos&#8221;&#8230;medos privados foi legal e tal, daí eu fui ver qual é que era desse novo. Começa com uma espécie de apresentação bem descritiva, onde uma mulher perdia uma carteira após fazer compras e tal, e avisa ao espectador que esse acontecimento aparentemente normal vai trazer uma história interessante. Enfim, daí um senhor encontra a carteira jogada no chão de um estacionamento, e o narrador( que aparentemente é ele mesmo) descreve mil coisas no pensamento, sobre teorias em relação a dona da carteira e o sobre o que ele faria agora. Bem foi um começo até legal e tal, apesar de parecer ruim pelo que eu escrevi, hahaha. Achei divertido porque várias cenas brincam com o espectador. Mas não passa disso, a partir do meio do filme começa a viajar demais e tal&#8230;daí passou do engraçadinho/divertido pra rídiculo, haha. Mas tudo bem, foi bacana.</p>
<p>Ah, e tem uma frase no filme muito boa. É uma coisa que eu sinto e imagino que mais pessoas sintam, até porque foi dita no filme, portanto pelo menos eu e quem botou essa frase no filme concordamos, haha. Que em determinada cena, a mulher espera &#8216;secretamente&#8217; o velho sair do cinema para conhecê-lo &#8211; ele queria muito conhecer ela também &#8211; mas nem esperava e tal. Daí logo que acaba a sessão, as pessoas começam a sair, e então o velho aparece e o narrador diz(vou parafrasear porque não lembro exatamente as palavras)<strong> que no momento em que você sai de uma sessão de cinema, pode acontecer qualquer coisa fantástica que você não vai se impressionar tanto. </strong>O cinema tem essa magia de alterar a sua realidade por alguns minutos, às vezes horas.<strong> </strong>Achei legal a frase. Tipo algo que eu mais sentia do que pensava, nunca tinha parado pra refletir nisso em específico. E o engraçado é que isso é uma magia da sessão do cinema mesmo, porque não funciona pra DVD, nem nada. Talvez eu tenha sentido algo parecido por alguns instantes quando vi pela primeira vez <strong>Donnie Darko</strong> no computador, o que me faz pensar o quão legal seria ter visto no cinema&#8230;.o que me fez lembrar que ele nem passou no cinema aqui no brasil, acho que por ser um filme bem mal visto por muitas pessoas.</p>
<p>Mas enfim, tô baixando <strong>Hiroshima Mon Amour</strong> do Resnais, que é o mais famosinho dele e tal, vamos ver consigo salvar a reputação do Resnais na minha mente depois que eu assistir.</p>
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		<title>Hanami</title>
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		<pubDate>Tue, 05 Jan 2010 12:10:35 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Tá passando um filme agora no Espaço Unibanco, chama Hanami &#8211; Cerejeiras em flor. Assista que vale a pena. Eu assisti na mostra de 2008, é bem bonito. =} Palavras chaves do filme são mais interessantes: casal velhinho, velho rabugento, velhinha boazinha e sonhadora, alemanha, morte, japão, butô, monte fuji. Eu lembro que chorei, hahaha. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_317" class="wp-caption alignright" style="width: 260px"><a href="http://www.vncs.net/wp-content/uploads/2010/01/kirschbluten3-e1262693746677.jpg"><img class="size-full wp-image-317" title="kirschbluten3" src="http://www.vncs.net/wp-content/uploads/2010/01/kirschbluten3-e1262693746677.jpg" alt="" width="250" height="353" /></a><p class="wp-caption-text">É legal essa menina falando &quot;the shadow dance&quot;</p></div>
<p>Tá passando um filme agora no <strong>Espaço Unibanco</strong>, chama<strong> Hanami &#8211; Cerejeiras em flor</strong>. Assista que vale a pena. Eu assisti na mostra de 2008, é bem bonito. =}<br />
Palavras chaves do filme são mais interessantes: <em>casal velhinho, velho rabugento, velhinha boazinha e sonhadora, alemanha, morte, japão, butô, monte fuji.</em></p>
<p>Eu lembro que chorei, hahaha. Eu assisti aquele filme japonês  &#8217;A Partida&#8217; outro dia no cinema, e tipo é engraçado que no final do filme eu ouvi uns solucinhos, haha&#8230;e analisei e as três pessoas chorantes eram tipo japonesas de meia idade, sendo que nem é um filme tão emocionante. Esse Hanami é muito mais intenso e tal. Assista.</p>
<p>A diretora e roteirista é <strong>Doris Dörrie,</strong> nem conheço, mas é bom deixar registrado. =]<br />
<strong>Link do filme no IMDB:</strong><br />
<a href="http://www.imdb.com/title/tt0910559/">http://www.imdb.com/title/tt0910559/</a></p>
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		<title>My Kid Could Paint That (2007)</title>
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		<pubDate>Sat, 28 Nov 2009 23:44:02 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Primeiro darei mais ou menos uma sinopse sobre o filme. Uma menina de 4 anos de uma família normal começa a pintar quadros abstratos e passa a ser uma celebridade e sucesso de vendas no mercado de Arte. Sim essa é uma sinopse porca. Mas o documentário levanta muitas outras coisas. Inicialmente sobre &#8220;Arte Moderna&#8221;, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_279" class="wp-caption alignright" style="width: 212px"><img class="size-medium wp-image-279" title="my_kid_could_paint_that" src="http://www.vncs.net/wp-content/uploads/2009/11/my_kid_could_paint_that-202x300.jpg" alt="my_kid_could_paint_that" width="202" height="300" /><p class="wp-caption-text">pôster legal <img src='http://www.vncs.net/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p></div>
<p>Primeiro darei mais ou menos uma sinopse sobre o filme. Uma menina de 4 anos de uma família normal começa a pintar quadros abstratos e passa a ser uma celebridade e sucesso de vendas no mercado de Arte. Sim essa é uma sinopse porca.</p>
<p>Mas o documentário levanta muitas outras coisas. Inicialmente sobre &#8220;Arte Moderna&#8221;, como o próprio diretor diz dentro do documentário, depois passou a ser sobre &#8220;o poder da mídia&#8221;, e por fim passou a ser um pouco metalinguístico, onde se discutia no próprio documentário o que é contar uma história imparcial, impossível é claro, sempre há um ponto de vista. Até no filme, uma jornalista comenta sobre o documentário: &#8220;vai ser uma história sobre como contar uma história.&#8221;, e um crítico de arte: &#8220;Esse seu documentário vai de certa forma ser uma mentira. É a sua construção dos fatos.&#8221; Não sei exatamente se é uma mentira. Desse modo só há mentiras, e a verdade seria algo <span id="D_Titulo">inalcançável</span>. Prefiro pensar que todas pequenas verdades contribuem para uma verdade maior, como os quadros cubista de várias perspectivas formando uma única representação. Enfim, a grande polêmica do documentário é sobre a veracidade da autoria dos quadros, se o pai interferia ou não.</p>
<p>Os quadros da menina foram vendidos por 25.000, 10.000 doláres, é muita grana. E essa coisa dos preços da arte é o que fazem as pessoas acharem Arte um absurdo. Existe uma grande diferença entre a Arte e o mercado de Arte. Existem obras que tem seu valor pictórico, existem obras que tem seu valor histórico e existem obras que tem seu valor de mercado. As vezes as três coisas estão juntas, outras vezes não. A pessoa vai a um museu, olha uma obra e pensa: &#8220;eu poderia pintar isso&#8221;, de certa forma ela pode até ter razão. Você não precisa ser um gênio para estar num museu hoje em dia, você precisa de sorte e bons contatos que te farão ser uma celebridade. Não há méritos nessa menina do filme, mesmo que ela seja mesmo a autora de todos os quadros, ela só pinta. O que vem depois é um mercado que aceitou aquilo por seu valor excêntrico. 25.000 dólares são para o contexto. Eu não vi valor estético nenhum nos quadros dela, pra alguém pode ter, isso é relativo.</p>
<p>É triste ver como os objetos artísticos se tornaram peças de investimento. Por isso que eu prefiro o mundo da fotografia, do cinema, da arte reprodutiva em geral. Porque nela dificilmente se envolve um valor absurdo mercadológico, e sim um valor estético, mesmo nesses filmes americanos de só explosões e tudo mais que vendem milhões, apesar de existir uma intenção voltada para o lucro, muita gente gosta de ver pelo aspecto majestoso e sublime dessa coisa BOOOM, CABOOMM, CRASH. Não deixa de ser um grande valor estético que as pessoas encontram.</p>
<p>O filme em geral é bacana, gostei como o diretor e o próprio filme passaram a ser personagens no final. Ultimamente vendo esses documentários legais da até vontade de fazer um, quem sabe um dia eu faça <img src='http://www.vncs.net/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> &#8230;Ah, só pra informar, o nome da menina é <a href="http://images.google.com/images?rlz=1C1GGLS_pt-BRBR336BR336&amp;sourceid=chrome&amp;q=marla%20olmstead&amp;um=1&amp;ie=UTF-8&amp;sa=N&amp;hl=en&amp;tab=wi" target="_blank">Marla Olmstead</a> (clique para uma busca no google imagens)</p>
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		<title>O Lutador (2008)</title>
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		<pubDate>Sat, 14 Nov 2009 02:06:01 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Depois de assistir Réquiem para um Sonho e A Fonte da Vida recentemente, eu fiquei curioso pra assistir o último filme do Aronofsky. Gosto de assistir o filme sem ler a sinopse, acho que já citei isso aqui. No máximo ler umas palavras-chaves, no caso era &#8220;lutador aposentado&#8221;&#8230;só conhecia isso e o pôster. Bem, é um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_256" class="wp-caption alignright" style="width: 172px"><img class="size-medium wp-image-256 " title="the-wrestler_poster_01" src="http://www.vncs.net/wp-content/uploads/2009/11/the-wrestler_poster_01-202x300.jpg" alt="&quot;só quero que você não me odeie.&quot;" width="162" height="240" /><p class="wp-caption-text">&quot;só quero que você não me odeie.&quot;</p></div>
<p>Depois de assistir Réquiem para um Sonho e <a href="http://www.vncs.net/filmes/a-fonte-da-vida-2006/" target="_blank">A Fonte da Vida</a> recentemente, eu fiquei curioso pra assistir o último filme do Aronofsky. Gosto de assistir o filme sem ler a sinopse, acho que já citei isso aqui. No máximo ler umas palavras-chaves, no caso era &#8220;lutador aposentado&#8221;&#8230;só conhecia isso e o pôster.<br />
Bem, é um drama tanto quanto os outros 2 filmes citados, e imagino que o Número Pi também seja, que agora fiquei com vontade de assistir pra completar os longas aronofskianos, haha. Como eu disse não gosto de ler sinopses, então vou evitar fazer do post uma sinopse, vou tentar escrever mais ou menos o que senti assistindo o filme sem contar muito da história. Bem, tem umas coisas parecida com a direção do Gus Van Sant, aquela coisa de seguir o personagem com a câmera e tal, tipo tentar fazer você se sentir o personagem e ao mesmo tempo um olhar pra dentro de si.<br />
No filme tem um lance meio &#8220;no coming back&#8221; que é muito real, tudo que podia ter sido e não foi&#8230;essas coisas são problemáticas, ações ou atitudes que você deixa de tomar que um dia você poderá se arrepender, e que dificilmente terá volta mesmo. E é interessante como essas coisas só vem a tona anos depois, o click no cérebro de algo que te faria, possivelmente, estar vivendo e sendo alguém com outras conexões de interesses, outros amigos, outras vontades. Difícil escolher o melhor caminho das coisas da vida, porque mesmo tentando não ter arrependimentos, estamos em uma constante mudança. É escolher uma direção com uma bússola eternamente desregulada, às vezes mais, às vezes menos.</p>
<p>Um pouco mais. Um pouco menos. Tem uma cena engraçada disso no filme <img src='http://www.vncs.net/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<div id="attachment_261" class="wp-caption alignright" style="width: 185px"><img class="size-full wp-image-261 " title="11" src="http://www.vncs.net/wp-content/uploads/2009/11/11.jpg" alt="marcas" width="175" height="116" /><p class="wp-caption-text">marcas</p></div>
<p>Tem uma imagem que representa isso que eu quis dizer, que a vida deixa marcas que poderiam ter alterado ou alteraram sua vida. Ambas estarão sempre com você.<br />
Não sei exatamente quanto tempo simboliza 1 linha desse corte na árvore, talvez 1 ano, sei lá.</p>
<p>Enfim, pra terminar uma viagem que pensei agora, somos uma grande expressão de tudo que tivemos contato com nossos sentidos. tudo que vimos, cheiramos, tocamos, ouvimos, comemos. Ou seja, tudo é uma coisa só, expressa em corpos.</p>
<p>E o filme ficou pra trás. Mas tem haver com o que eu falei. Recomendado, mas eu prefiro a Fonte da Vida =D</p>
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		<title>A fonte da vida (2006)</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Nov 2009 23:58:02 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O diretor é o Aronofsky, de &#8216;Réquiem para um sonho&#8217;, &#8216;Número Pi&#8217; e &#8216;O Lutador&#8217;. É muito complicado tentar explicar a história desse filme. Ele se constrói no passar das cenas, não pretende ser um filme padrão contando uma historinha explicadinha. Se concentra no que acha importante, que é entender o que é a vida [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_244" class="wp-caption alignleft" style="width: 222px"><img class="size-medium wp-image-244" title="fountain-poster-2" src="http://www.vncs.net/wp-content/uploads/2009/11/fountain-poster-2-212x300.jpg" alt="fountain-poster-2" width="212" height="300" /><p class="wp-caption-text">:)  (:</p></div>
<p>O diretor é o Aronofsky, de &#8216;Réquiem para um sonho&#8217;, &#8216;Número Pi&#8217; e &#8216;O Lutador&#8217;. É muito complicado tentar explicar a história desse filme. Ele se constrói no passar das cenas, não pretende ser um filme padrão contando uma historinha explicadinha. Se concentra no que acha importante, que é entender o que é a vida e o que é a morte, e quais são nossos limites em aceita-la, ou lutar contra. Outro dia escrevi sobre <a href="http://www.vncs.net/desmembrando-o-nada/morte/">a morte</a>, e naquele post eu falava sobre a minha consciência racional do que é ela, porém o que eu penso, numa abrangência maior cósmica ou sei lá o que, é exatamente o que esse filme mostra, e até escrevi algo naquele post que se aproxima de uma coisa desse filme, de &#8216;enviar minhas energias pra algo ou alguém  no meu último suspiro&#8217;.</p>
<p>Visualmente considero que é um dos melhores filmes que eu já vi no quesito: saber usar bem os efeitos especiais. Na hora certa, e pra mostrar algo que é totalmente abstrato, mas que ficou muito fiel ao que eu imagino ser a morte/pós-morte. Esse efeito que eu me refiro é o da última cena. E bem, sobre o filme como um todo, é talvez o filme mais bonito que já vi na vida. Porque toca num assunto que é da nossa essência, e se algo desse tipo é feito com muita qualidade não tem como não sentir na pele.</p>
<p>Estréio minha nota 10 pra esse filme.</p>
<p>Tudo que tem algo muito humano me agrada. E como eu disse no post do <a href="ttp://www.vncs.net/filmes/waking-life" target="_blank">waking life</a>, das coisas essênciais da vida que deixamos pra trás, nesse mundão onde as coisas simples são escondidas e o mundo artificial reina sobre o natural.</p>
<p>Bem, não comentei sobre a história do filme, mas vou botar as tags do post relacionadas ao tema: &#8220;adão e eva&#8221;, &#8220;árvore da vida&#8221;, &#8220;árvore do pecado&#8221;, &#8220;civilização maia&#8221;, &#8220;conquistador&#8221;, &#8220;escritora&#8221;, &#8220;espanha medieval&#8221;, &#8220;pesquisador&#8221;, &#8220;teste com animais&#8221;</p>
<p>Esqueci de comentar algo importante&#8230;quem indicou esse filme foi a Olívia. <img src='http://www.vncs.net/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />  E o engraçado é que ela me indicou e eu assisti primeiro do que ela =D</p>
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		<title>Waking Life (2001)</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Oct 2009 02:44:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vncs.</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>O Celso já havia comentado comigo faz tempo desse filme, e me colocado medo dizendo que seria difícil acompanhar as idéias se eu assistisse com legenda. Realmente é meio complexo, mas também não se pode querer absorver tudo o que o filme quer passar. Enfim, fiquei mó tempo por assistir, daí outro dia a Natasha assistiu e me recomendou, inclusive ela pirou na trilha sonora. Uma espécie de tango bem humorado.</p>
<div id="attachment_225" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://www.vncs.net/wp-content/uploads/2009/10/wakinglife_13_11.jpg"><img class="size-medium wp-image-225" title="wakinglife_13_11" src="http://www.vncs.net/wp-content/uploads/2009/10/wakinglife_13_11-300x167.jpg" alt="&quot;hey, are you a dreamer?&quot;" width="300" height="167" /></a><p class="wp-caption-text">&quot;hey, are you a dreamer?&quot;</p></div>
<p>O filme é uma grande viagem, o tema é o estado de consciência. O grande ponto é o sonho, e o filme inteiro é a luta de um menino tentando entender sonhos dentro de sonhos, depois tentando entender a própria consciência e sua situação de eterno sonho. Mas o filme não se resume apenas a sonhos, dentro desse tema ele também nos faz refletir sobre estados de consciência enquanto estamos acordados, como em duas cenas interessantes: quando ele dialoga com uma moça sobre a falta de se sentir humano com a rotina meio mecânica-formal da sociedade, e em outra cena onde um homem dentro de um carro em movimento com alto-falante discursa sobre o estado inerte da consciência na aceitação dessa mesma sociedade. Quase o homem da pamonha em seu momento filosófico.<br />
Não poderia deixar de mencionar que o filme tem uma parte visual bem inovadora, ele usou um filtro no vídeo que separou os tons e formas em camadas, e partir disso, aparentemente, interveio com animações de detalhes, expressões e movimentação das camadas. Esteticamente é bem resolvido, porém tem problemas práticos, pois cansa um pouco a vista assistir as numerosas cenas onde o fundo e a figura estão quase brigando. Mas talvez sejam necessárias pra idéia que o filme quer passar, e quer que o espectador sinta.<br />
Enfim, ótimo filme pra pessoas como eu que gostam de ficar refletindo sobre a vida. E certas verdades, e coisas essenciais que deixamos de lado.</p>
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		<title>Bastardos Inglórios (2009)</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Oct 2009 04:34:29 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Bem, acabei de ver o filme do Tarantino no Espaço Unibanco. A meia de quinta-feira não é mais 2,50 :[, voltou a ser 4,00. No entanto, a quinta cinematográfica, nome que era dado a promoção, passou a valer para a pipoca(!!). Com um vale você pode comprar um saquinho pequeno por 2 reais. Eu não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Bem, acabei de ver o filme do Tarantino no Espaço Unibanco. A meia de quinta-feira não é mais 2,50 :[, voltou a ser 4,00. No entanto, a <strong>quinta cinematográfica, </strong>nome que era dado a promoção, passou a valer para a pipoca(!!). Com um vale você pode comprar um saquinho pequeno por 2 reais. Eu não comprei.<br />
<strong>Fato interessante(?): </strong>Deixei minha carteira cair na hora de ir pra fila, e nem tinha percebido, daí uma moça gentilmente perguntou se era minha e me devolveu. E eu sou muito torto pra responder a coisas inesperadas e ao invés de falar "obrigado", eu disse "desculpa"...mas tudo bem, também vale por ela ter tido o trabalho de pegar a carteira do chão.<br />
Então o filme. Gostei bastante. O humor dos filmes do Tarantino é sempre muito bom. E o tema é tipo a vingança ficcional que mais cedo ou mais tarde iria acontecer. 3 coisas que fizeram o filme ser legal:<br />
• Primeiro esse esquema de separar por "partes/capítulos" sempre funciona muito bem nos filmes dele.<br />
• Tema interessante. O roteiro ficou meio bagunçado, mas o mote do filme e os diálogos são geniais, como sempre.<br />
• E porque os personagens são muito bem criados, acho que ele deve passar mais tempo criando os personagens do que a história em si. E complementando isso, a igualmente muito boa, escolha dos atores.</p>
<div id="attachment_207" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://www.vncs.net/wp-content/uploads/2009/10/060109_voc_bastards_half.JPG"><img class="size-medium wp-image-207" title="060109_voc_bastards_half" src="http://www.vncs.net/wp-content/uploads/2009/10/060109_voc_bastards_half-300x200.jpg" alt="É a prática." width="300" height="200" /></a><p class="wp-caption-text">É a prática.</p></div>
<p>O Brad Pitt muito bom, gostei daquele cara que faz o Hans Lada(o caçador de judeus), do Donowitz(urso judeu) que tem cara de insano, da Shoshanna, do Stiglitz haha e do Goebbels. Todos esses são legais nessa somatória: bom personagem + ator bem escolhido. O mesmo não vale pro Hitler, achei bem ruinzinho o ator, nem daquele herói nazista, que o personagem é bem legal, mas com aquele ator ficou zuado. Mas enfim, a maioria de qualidade vence .o/</p>
<p>Tarantino é bacana. Acho que ele já atingiu o ápice. Ele construiu um estilo bacana, aplica em todos os filmes que continuam tendo o mesmo clima sem ser repetitivo. E quando digo o ápice, eu digo que eu não crio expectativas de que ele vai conseguir se superar em filmes novos, simplesmente sei que vai ser o filme muito bom que eu vou gostar bastante. O único defeito dele é apoiar o Robert Rodriguez &gt;.&lt;, hahaha. Mas enfim, bastardos recomendado.</p>
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		<title>The King of Kong (2007)</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Sep 2009 15:29:59 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Go Steve Wiebe! .o/ Haha. The King of Kong é um documentário sobre o universo dos fliperamas dos anos 80 que ainda permanece vivo, especificamente sobre a competitividade em busca da quebra do recorde de maior pontos em Donkey Kong, que marca a estréia do personagem Mario nos video-games.  O jogo consiste em comandar o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Go Steve Wiebe! .o/</p>
<div id="attachment_77" class="wp-caption alignright" style="width: 280px"><a href="http://www.vncs.net/wp-content/uploads/2009/09/donkey-kong.jpg"><img class="size-medium wp-image-77" title="donkey-kong" src="http://www.vncs.net/wp-content/uploads/2009/09/donkey-kong-262x300.jpg" alt="donkey-kong" width="270" height="309" /></a><p class="wp-caption-text">gogo Mario!</p></div>
<p>Haha.<strong> The King of Kong </strong>é um documentário sobre o universo dos fliperamas dos anos 80 que ainda permanece vivo, especificamente sobre a competitividade em busca da quebra do recorde de maior pontos em <strong>Donkey Kong</strong>, que marca a estréia do personagem Mario nos video-games.  O jogo consiste em comandar o Mario no resgate da princesa Peach do malvado Donkey Kong!! <img src='http://www.vncs.net/wp-includes/images/smilies/icon_razz.gif' alt=':P' class='wp-smiley' /> , para isso Mario precisa desviar ou destruir barris que rolam no cenário, desviar de bolas de fogo com sorrisinho e molas pulantes.<br />
A edição cria toda expectativa sobre o que vai acontecer nessa &#8220;batalha&#8221; pela conquista do recorde. O documentário acaba não conseguindo ser objetivo/imparcial, pois o transforma em algo dualista. <strong>Steve Wiebe</strong>, o bem, pai e marido dedicado, que tenta  com muito esforço conseguir um grande feito na vida, obter o recorde mundial no jogo. E de outro lado o mal,<strong> Billy Mitchell</strong>, o defensor do título arrogante e pré-potente. Porém, isso é que deixa o filme bacana, e emocionante, de fato, no final. Uma lição de como batalhar muito por algo, mantendo a humildade.<br />
Além do foco na batalha dos dois, o filme mostra a grande jornada de <strong>Walter Day</strong>, que desde os anos 80 luta pela continuidade desse universo competitivo dos games clássicos.</p>
<div id="attachment_79" class="wp-caption alignright" style="width: 135px"><a href="http://www.vncs.net/wp-content/uploads/2009/09/stevewiebe.jpg"><img class="size-medium wp-image-79" title="stevewiebe" src="http://www.vncs.net/wp-content/uploads/2009/09/stevewiebe-300x225.jpg" alt="stevewiebe" width="125" height="94" /></a><p class="wp-caption-text">Stevie Wiebe</p></div>
<div id="attachment_78" class="wp-caption alignleft" style="width: 101px"><a href="http://www.vncs.net/wp-content/uploads/2009/09/post-150-1238106229.jpg"><img class="size-medium wp-image-78" title="post-150-1238106229" src="http://www.vncs.net/wp-content/uploads/2009/09/post-150-1238106229-300x293.jpg" alt="Billy Mitchell" width="91" height="89" /></a><p class="wp-caption-text">Billy Mitchell</p></div>
<p>Podemos dizer que é uma pequena história sobre a tentativa do homem de tentar ser o melhor em algo, sentimento universal porém mais enfático na cultura americana. A luta, tanto de Wiebe no recorde, quanto de Day na organização. De como encarar a derrota, e como não encara-la. E como as pessoas tornam certos aspectos da vida como própria filosofia.</p>
<p>O tipo de filme que eu acho que só quem se interessa a assistir é quem tem um mínimo de gene nerdZOR, porém tenho certeza que muita gente apreciaria, pois vai além de games.  Eu sou bizarro, não choro em filmes de drama forçado, por outro lado dei uma choradinha(na verdade só lacrimejei) nesse documentário. hahaha. Tem algo muito humano nele.</p>
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		<title>Sangue Negro (2007)</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Sep 2009 01:55:00 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Nome Original: There Will Be Blood Primeiro que esse nome original é muito bom. É sonoro. Tudo no filme se converte pra um único sentimento inefável. Sempre que me bate aquela sensação de &#8220;a vida tá meio bagunçada, não?&#8221; eu me coloco no lugar do Daniel Plainview, personagem principal do filme, andando pelos vastos terrenos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nome Original:<a title="There Will Be Blood" href="http://www.imdb.com/title/tt0469494/" target="_blank"> <strong>There Will Be Blood</strong></a></p>
<p>Primeiro que esse nome original é muito bom. É sonoro.</p>
<div id="attachment_58" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.vncs.net/wp-content/uploads/2009/09/sangue-negro.jpg"><img class="size-medium wp-image-58" title="sangue-negro" src="http://www.vncs.net/wp-content/uploads/2009/09/sangue-negro-300x200.jpg" alt="orgasmo de Daniel" width="300" height="200" /></a><p class="wp-caption-text">orgasmo de Daniel</p></div>
<p>Tudo no filme se converte pra um único sentimento inefável. Sempre que me bate aquela sensação de &#8220;a vida tá meio bagunçada, não?&#8221; eu me coloco no lugar do Daniel Plainview, personagem principal do filme, andando pelos vastos terrenos na busca incessante do petróleo, expansão comercial / financeira em contraste com o isolamento pessoal / sentimental. Não tendo exatamente os mesmos sentimentos, mas com a mesma sensação momentânea junto da trilha sonora, o espírito do filme proporciona não o esquecer daquele sentimento, mas o contrário, faz ele se acomodar de tal forma a tornar-se agradável &#8211; &#8220;I DRINK YOUR MILK SHAKE&#8221;.</p>
<p>Enfim. Ótimo filme. Se você estiver numa fase ruim, melhor ainda. Imagino. Daniel será sua melhor companhia&#8230;psicologicamente falando.</p>
<p>Ah, e a trilha foi composta pelo guitarrista do Radiohead, Jonny Greenwood, ele é ninja multi-instrumentista. A trilha é o toque mágico do filme.</p>
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