<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>vncs.</title>
	<atom:link href="http://www.vncs.net/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.vncs.net</link>
	<description>vinícius nakamura</description>
	<lastBuildDate>Sat, 06 Mar 2010 01:55:14 +0000</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.9.2</generator>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<item>
		<title>5 sentidos</title>
		<link>http://www.vncs.net/desmembrando-o-nada/5-sentidos/</link>
		<comments>http://www.vncs.net/desmembrando-o-nada/5-sentidos/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 06 Mar 2010 01:52:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vncs.</dc:creator>
				<category><![CDATA[desmembrando o nada]]></category>
		<category><![CDATA[audição]]></category>
		<category><![CDATA[olfato]]></category>
		<category><![CDATA[paladar]]></category>
		<category><![CDATA[tato]]></category>
		<category><![CDATA[visão]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.vncs.net/?p=436</guid>
		<description><![CDATA[Parece óbvio relembrar que temos 5 sentidos, não? Afinal o raciocínio direto é lembrar de cada um, testá-los rapidamente durante 1 segundo, e enfim concluir que realmente estão lá. Não tão óbvio(mas ainda é óbvio o que vou escrever) é parar pra pensar o que eles realmente significam pra nós. Pare por um minuto e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_437" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://www.vncs.net/wp-content/uploads/2010/03/shutterstock_714240.jpg"><img class="size-medium wp-image-437" title="_O,Y" src="http://www.vncs.net/wp-content/uploads/2010/03/shutterstock_714240-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /></a><p class="wp-caption-text">_O,Y</p></div>
<p>Parece óbvio relembrar que temos 5 sentidos, não? Afinal o raciocínio direto é lembrar de cada um, testá-los rapidamente durante 1 segundo, e enfim concluir que realmente estão lá. Não tão óbvio(mas ainda é óbvio o que vou escrever) é parar pra pensar o que eles realmente significam pra nós. Pare por um minuto e tente se imaginar perdendo 1 deles a cada 5 minutos. Primeiro se imagine sem poder ouvir nada, seu mp3 favorito se foi, ou a muda imagem de uma bela risada. Depois esqueça o cheiro das flores, ou da pizza que acabou de chegar. Acho que 5 minutos pra cada seriam realmente suficientes pra você sentir o que perdeu. Agora você não pode mais sentir o gosto do leite com infância e nescau. Estado vegetativo. Você não sente mais seu coração batendo, nem a intensidade de um abraço em nada e ninguém. E então entre um piscar e outro, você não vê mais nada. Na verdade você nem existe mais. O mundo não existe mais. Você é um espectro de existência. Você sempre foi isso, seus sentidos são só ferramentas buscando alguma realidade, e interagindo com outros espectros de existência.</p>
<p>Na verdade eu acho que temos mais de 5 sentidos, a questão é exercitá-los. E eu estou sempre tentando.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.vncs.net/desmembrando-o-nada/5-sentidos/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Gake no ue no Ponyo (2008)</title>
		<link>http://www.vncs.net/filmes/gake-no-ue-no-ponyo-2008/</link>
		<comments>http://www.vncs.net/filmes/gake-no-ue-no-ponyo-2008/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 22 Feb 2010 05:20:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vncs.</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[amor]]></category>
		<category><![CDATA[ghibli]]></category>
		<category><![CDATA[manuel bandeira]]></category>
		<category><![CDATA[miyazaki]]></category>
		<category><![CDATA[ponyo]]></category>
		<category><![CDATA[porquinho da india]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.vncs.net/?p=415</guid>
		<description><![CDATA[Mais um filme do Studio Ghibli, dirigido pelo Hayao Miyazaki. E mais uma vez um filme muito bom. Legal quando você assiste um filme já com a certeza que vai ser bom. Os filmes do Miyazaki são mergulhos no imaginário, sem introdução. Nada é explicado, é tudo um fluxo de um universo não existente, mas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.vncs.net/wp-content/uploads/2010/02/ponyoposter.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-416" title="Pôster" src="http://www.vncs.net/wp-content/uploads/2010/02/ponyoposter-202x300.jpg" alt="" width="202" height="300" /></a>Mais um filme do <strong>Studio Ghibli</strong>, dirigido pelo <strong><a href="http://www.imdb.com/name/nm0594503/" target="_blank">Hayao Miyazaki</a></strong>. E mais uma vez um filme muito bom. Legal quando você assiste um filme já com a certeza que vai ser bom. Os filmes do Miyazaki são mergulhos no imaginário, sem introdução. Nada é explicado, é tudo um fluxo de um universo não existente, mas com uma moral real. Quando você acha que vai ser aquela coisa de &#8220;é só imaginação da criança&#8221;, daí todo mundo entra na brincadeira, e a realidade mágica se mistura naturalmente com a realidade &#8220;real&#8221;.</p>
<p>A história é basicamente sobre o amor e afeto entre um menino e uma &#8216;peixinha mágica&#8217;(Ponyo) que ele encontra no mar. Ao conhecer o menino, ela passa a desejar ser uma menina. Enfim, como eu disse não tem muita explicação os filmes dele, é um fluxo de fantasia. É bem bonitinho, haha. Legal que veio na minha cabeça, enquanto assistia o filme, a associação direta com aquele poema &#8220;Porquinho-da-Índia&#8221; do<strong> Manuel Bandeira</strong>.</p>
<blockquote><p><strong>Porquinho-da-Índia</strong></p>
<p>Quando eu tinha seis anos<br />
Ganhei um porquinho-da-índia.<br />
Que dor de coração me dava<br />
Porque o bichinho só queria estar debaixo do fogão!<br />
Levava ele prá sala<br />
Pra os lugares mais bonitos mais limpinhos<br />
Ele não gostava:<br />
Queria era estar debaixo do fogão.<br />
Não fazia caso nenhum das minhas ternurinhas&#8230;</p>
<p>- O meu porquinho-da-índia foi minha primeira namorada.</p></blockquote>
<p>Todo primeiro amor é inocente. E é disso que o filme trata.</p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.vncs.net/wp-content/uploads/2010/02/Ponyo.On_.The_.Cliff_.2008.DVDRip.XviD-ViSiON.NoRar_.www_.torrent-loco.com_.ar_.avi_snapshot_01.25.51_2010.02.21_21.21.31.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-418" src="http://www.vncs.net/wp-content/uploads/2010/02/Ponyo.On_.The_.Cliff_.2008.DVDRip.XviD-ViSiON.NoRar_.www_.torrent-loco.com_.ar_.avi_snapshot_01.25.51_2010.02.21_21.21.31.jpg" alt="" width="592" height="320" /></a></p>
<p style="text-align: left;">Mas falando em primeiro amor, assista &#8220;ABC do Amor&#8221;, é muito melhor que o &#8220;Meu primeiro amor&#8221;. Assisti na globo outro dia, e é bão, estilo de edição que eu gosto. O título original é<a href="http://www.imdb.com/title/tt0412922/" target="_blank"> &#8220;Little Manhattan&#8221;</a>.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.vncs.net/filmes/gake-no-ue-no-ponyo-2008/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>memes</title>
		<link>http://www.vncs.net/desmembrando-o-nada/memes/</link>
		<comments>http://www.vncs.net/desmembrando-o-nada/memes/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 13 Feb 2010 23:39:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vncs.</dc:creator>
				<category><![CDATA[desmembrando o nada]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.vncs.net/?p=404</guid>
		<description><![CDATA[O aprendizado escolar que mais me chocou e me faz pensar até hoje, além do teorema de pitágoras, é o fato da mitoncondria ter um DNA próprio. Tá, isso por si não é tão interessante. Mas quando o professor Patropi, de biologia do Cursinho da Poli, me atentou sobre a possibilidade da mitocondria ter sido [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_407" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://www.vncs.net/wp-content/uploads/2010/02/montagem.jpg"><img class="size-medium wp-image-407" title="montagem" src="http://www.vncs.net/wp-content/uploads/2010/02/montagem-300x300.jpg" alt="" width="300" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">&quot;hummm, cérebro!&quot;</p></div>
<p>O aprendizado escolar que mais me chocou e me faz pensar até hoje, além do teorema de pitágoras, é o fato da mitoncondria ter um DNA próprio. Tá, isso por si não é tão interessante. Mas quando o professor Patropi, de biologia do Cursinho da Poli, me atentou sobre a possibilidade da mitocondria ter sido um organismo externo que durante várias gerações entrou em simbiose com as celulas humanas, isso me assustou. Nesse dia eu fiquei pensando e criando várias teorias sobre o fato do DNA(e a mitocondria também) ser um tipo algo que usa nosso corpo pra se multiplicar. Até que eu descobri que um cara já tinha escrito um livro sobre isso. E que na verdade o Patropi tenha falado isso porque leu esse livro, essa informação passou do livro pro Patropi, e do Patropi pra mim, e depois voltou pro livro. Eu não li o livro, mas ele foi escrito por Richard Dawkins, e se chama &#8220;O gene egoísta&#8221;. E o que estou falando é sobre Memes. Pra quem não sabe, memes são os equivalentes do genes, só que da informação. São informações que se multiplicam através das pessoas. Os memes são praticamente tudo atualmente com esse mundo cheio de informações: religiões, tecnologia, frases, idéias, tudo. E assim como os genes, eles usam nossos cérebros para se multiplicar. Ou seja, isso é mais um motivo para nos sentirmos apenas corpos guiados para multiplicação, tanto de memes, quanto de genes.</p>
<p>Pra quem se interessar, tem um vídeo do TED que fala sobre isso. Claro, a mulher é meio exaltada, mas fica mais interessante assim, hahaha. Mas é legal entrar na fantasia(ou realidade mesmo) de que somos apenas hospedeiros. Segue o link bacana.<br />
<a href="http://www.ted.com/talks/lang/eng/susan_blackmore_on_memes_and_temes.html">http://www.ted.com/talks/lang/eng/susan_blackmore_on_memes_and_temes.html<br />
</a>Não tem legenda em português, mas tem em inglês, só escolher ali na abinha.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.vncs.net/desmembrando-o-nada/memes/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>crescer e crescer</title>
		<link>http://www.vncs.net/desmembrando-o-nada/crescer-e-crescer/</link>
		<comments>http://www.vncs.net/desmembrando-o-nada/crescer-e-crescer/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 13 Feb 2010 23:24:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vncs.</dc:creator>
				<category><![CDATA[desmembrando o nada]]></category>
		<category><![CDATA[memes]]></category>
		<category><![CDATA[traumas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.vncs.net/?p=402</guid>
		<description><![CDATA[Estava conversando exatamente agora com a Nozomi(amiga, e ex-namorada) sobre quebrar barreiras e crescer. Eu sempre tive um certo problema relacional com as pessoas, haha. Quando era pequeno eu tinha meio que uma síndrome do pânico, e não conseguia nem ir na padaria comprar um pãozinho. Além do medo de algo acontecer no caminho, me [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_409" class="wp-caption alignleft" style="width: 234px"><a href="http://www.vncs.net/wp-content/uploads/2010/02/crescer-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-409" title="crescer-2" src="http://www.vncs.net/wp-content/uploads/2010/02/crescer-2-224x300.jpg" alt="joguei &quot;crescer&quot; no google, e apareceu essa imagem, hehe." width="224" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">&quot;crescer&quot; no google imagens, dá nisso. hehe bonitinho.</p></div>
<p>Estava conversando exatamente agora com a Nozomi(amiga, e ex-namorada) sobre quebrar barreiras e crescer. Eu sempre tive um certo problema relacional com as pessoas, haha. Quando era pequeno eu tinha meio que uma síndrome do pânico, e não conseguia nem ir na padaria comprar um pãozinho. Além do medo de algo acontecer no caminho, me assustava o momento que eu tinha que pedir o pão pro padeiro, e nem adianta perguntar o por que disso, quem tem essas coisas não conseguem explicar. Acho que superei isso num dia de chuva, quando fiquei na escola pra fazer um trabalho(contando que na volta eu teria companhia de um pessoal que morava perto), o problema foi que bem na hora da volta começou uma chuvona, tipo meus amigos chamaram os pais pra pegarem eles de carro. Quando vi todos entrando em seus carros felizes e eu sozinho na portaria, percebi que estava ferrado, haha. Mas não, descobri duas coisas nesse dia, que eu adorava a chuva, e que o meu medo era muito maior do que eu imaginava. De certa forma a chuva amenizou o problema, a rua fica deserta com uma chuva torrencial, e eu então tinha passagem livre. E talvez esse seja o motivo por qual eu gosto de tomar chuva, ainda me agrada o fato da rua estar vazia num dia assim. No fim de semana seguinte já tive coragem de ir comprar um jornal, e ainda pedir o fascículo de alguma coleção X que nem vou lembrar hein. =]</p>
<p>No cursinho quando eu fiz amizade com o trio bacana: nativa, natasha e patrícia. Elas agitavam bastante pra ir pro teatro, cinema e etc&#8230;Eu nunca saia pra lugar nenhum até então, era meio chucro e tal. E só a amizade delas me fez mudar, ou confirmar meu jeito de pensar. É legal quando você se sente meio perdido num universo de pensamentos, e nisso você encontra pessoas com mais ou menos a mesma cabeça. E isso é uma coisa que você só percebe e dá valor mesmo muito tempo depois. Enfim, elas me ajudaram muito, só por existirem. (olha que bonito, haha)</p>
<p>Depois outro grande passo foi quando namorei a Nozomi, o momento onde eu descobri que é importante expressar os seus sentimentos. Não que ela tenha me ensinado isso, mas ela causou isso. Tipo, se eu não tivesse um dia namorado ela, eu nunca teria coragem de escrever um post como esse por exemplo. É sempre expressar sentimentos, isso é o que diferencia os seres humanos das máquinas que estamos nos tornando; nesse momento é bom ser reacionário.</p>
<p>Pode paracer besta escrever essas coisas. Mas sei lá, vai que alguém tenha alguma experiência parecida, ou que pelo menos olhe pra trás e perceba que aquele esquema de efeito borboleta tenha sido funcional pra sua vida também, as vezes algo que alguém fez, tão simples que nem ela se lembre, pode ter mudado a sua vida. Todo mundo deve ter algo assim.</p>
<p>Mas enfim, ainda tenho meus problemas relacionais, haha. Mas isso que torna a vida interessante, desafios a serem enfrentados pra se tornar alguém melhor. Não melhor em uma escala universal, mas sim em uma escala pessoal. Cada um tem sua própria montanhazinha. E o ganhador nem é quem chega mais alto, e sim quem sorri mais escalando.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.vncs.net/desmembrando-o-nada/crescer-e-crescer/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>O tempo, o segredo e a mentira</title>
		<link>http://www.vncs.net/post-com-sono/o-tempo-o-segredo-e-a-mentira/</link>
		<comments>http://www.vncs.net/post-com-sono/o-tempo-o-segredo-e-a-mentira/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 12 Feb 2010 03:53:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vncs.</dc:creator>
				<category><![CDATA[post com sono]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.vncs.net/?p=395</guid>
		<description><![CDATA[A famosa pergunta do gênero &#8220;o que você faria se o mundo fosse acabar amanhã?&#8221; revela os mais profundos desejos das pessoas que o tempo guardava. Ele guarda tudo isso, os problemas, os medos&#8230;tudo que se pode revelar ou enfrentar amanhã, será deixado para o tempo guardar.
O tempo é tipo a quarta dimensão mesmo. Quando [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A famosa pergunta do gênero &#8220;o que você faria se o mundo fosse acabar amanhã?&#8221; revela os mais profundos desejos das pessoas que o tempo guardava. Ele guarda tudo isso, os problemas, os medos&#8230;tudo que se pode revelar ou enfrentar amanhã, será deixado para o tempo guardar.</p>
<p>O tempo é tipo a quarta dimensão mesmo. Quando o posicionamento no espaço não é mais suficiente, esse segue com variações das bases dimensionais primárias. É variação e continuação seguindo uma linha caótica do passado com intenções futuras.</p>
<p>O segredo também é legal. Ele nasce com uma intenção, ser mantido, mas a partir de seu nascimento ele está fadado há enfrentar a eterna força contrária da revelação. Toda nossa existência é de certa forma um segredo que nasceu que tem e terá pra sempre forças contrárias em busca da revelação.</p>
<p>e a mentira, essa é o segredo que já nasce confrontando a verdade. mas a verdade não é um segredo que anda com o tempo? é o que dizem. afinal geralmente se confia no que está no papel, porque o papel tem vestígio da história, que nada mais é do que o registro do tempo. mas essa pode ter sido corrompida com uma mentira algum dia, o que nos leva a quinta dimensão da probabilidade.</p>
<p>estreando a categoria &#8216;post com sono&#8217;. bem divertido.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.vncs.net/post-com-sono/o-tempo-o-segredo-e-a-mentira/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>a um velho de sete olhos, ou à alguma moça do ônibus que usa touquinha em dias de frio.</title>
		<link>http://www.vncs.net/aleatorio/a-um-velho-de-sete-olhos-ou-a-alguma-moca-do-onibus-que-usa-touquinha-em-dias-de-frio/</link>
		<comments>http://www.vncs.net/aleatorio/a-um-velho-de-sete-olhos-ou-a-alguma-moca-do-onibus-que-usa-touquinha-em-dias-de-frio/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 08 Feb 2010 22:50:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vncs.</dc:creator>
				<category><![CDATA[aleatório]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.vncs.net/?p=379</guid>
		<description><![CDATA[Não existe alguém de sete olhos. Então a quem interessar, olhar o endereço do papelzinho novamente, terá novidades, se é que você passa por aqui. se é que foi lido.
=]
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não existe alguém de sete olhos. Então a quem interessar, olhar o endereço do papelzinho novamente, terá novidades, se é que você passa por aqui. se é que foi lido.<br />
=]</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.vncs.net/aleatorio/a-um-velho-de-sete-olhos-ou-a-alguma-moca-do-onibus-que-usa-touquinha-em-dias-de-frio/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Rumpelstiltskin</title>
		<link>http://www.vncs.net/desmembrando-o-nada/rumpelstiltskin/</link>
		<comments>http://www.vncs.net/desmembrando-o-nada/rumpelstiltskin/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 28 Jan 2010 00:57:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vncs.</dc:creator>
				<category><![CDATA[desmembrando o nada]]></category>
		<category><![CDATA[enigma]]></category>
		<category><![CDATA[palavra como chave]]></category>
		<category><![CDATA[Rumpelstiltskin]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.vncs.net/?p=359</guid>
		<description><![CDATA[Rumpelstiltskin é uma história dos irmãos Grimm. Talvez pouca gente conheça por esse nome, o que é uma pena, um nome tão legal ser substituido popularmente por &#8220;a menina que transformava a palha em ouro&#8221;. Mas enfim, tem umas coisas nessa história que eu gosto muito. Principalmente a parte do enigma, na verdade eu acho [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Rumpelstiltskin</strong> é uma história dos irmãos Grimm. Talvez pouca gente conheça por esse nome, o que é uma pena, um nome tão legal ser substituido popularmente por &#8220;a menina que transformava a palha em ouro&#8221;. Mas enfim, tem umas coisas nessa história que eu gosto muito. Principalmente a parte do enigma, na verdade eu acho que gosto de enigmas em geral. Essa coisa de uma palavra que vai gerar uma transformação, ou evitar algo. Na história, para não perder o seu primeiro filho a moça tem que descobrir o nome do leprechau em 3 dias. Que é Rumpelstiltskin. Ela descobre com a ajuda de um passarinho informante que ouviu o leprechau bêbado cantando seu próprio nome na floresta. Enfim, é muito legal essa coisa de uma palavra ser o gatilho de algo, transponho isso para a vida real, hehe. Às vezes uma palavra, ou algo simples que você faz, pode gerar algum acontecimento legal. Ou ruim também. Mas o fato de uma palavra, uma simples palavra que está perdida no mundo das palavras, que é alcançável a todo instante, ter em certo momento e para alguém determinado um valor transcendente ao próprio valor normal dela.<br />
E ainda nisso, essa parte do nome lembra muito o que escrevi no post sobre <a href="http://www.vncs.net/tema-aleatorio-pego-no-dicionario/exorcismo/">exorcismo</a>. Talvez essa história tenha algo de que quando você conhece e da nome aos seus problemas, é um grande passo para enfrenta-los, talvez o principal passo. E a história deve ser meio que uma metáfora sobre isso.</p>
<p>Talvez não deu pra entender no que eu quis chegar, mas enfim, pra mim isso da palavra ter encantos mágicos é bem interessante.</p>
<p>Ah, e só pra constar, conheci esse conto aí no antigo programa da cultura, Contos de Fada. Quem se lembra sabe que era um ótimo programa. =]</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.vncs.net/desmembrando-o-nada/rumpelstiltskin/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>fim</title>
		<link>http://www.vncs.net/tema-aleatorio-pego-no-dicionario/fim/</link>
		<comments>http://www.vncs.net/tema-aleatorio-pego-no-dicionario/fim/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 11 Jan 2010 02:50:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vncs.</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tema aleatório pego no dicionário]]></category>
		<category><![CDATA[arco-iris]]></category>
		<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Bichos]]></category>
		<category><![CDATA[fim]]></category>
		<category><![CDATA[fim da internet]]></category>
		<category><![CDATA[Lygia Clark]]></category>
		<category><![CDATA[metro alto do ipiranga]]></category>
		<category><![CDATA[não pise na grama]]></category>
		<category><![CDATA[pote de ouro]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.vncs.net/?p=330</guid>
		<description><![CDATA[fim
[Do lat. fine.]
Substantivo masculino.
1.Momento em que se acaba ou se conclui  alguma coisa; conclusão, termo final:
Tudo na vida tem um fim;
o fim de uma relação amorosa. 
2.Ponto além do qual não se pode prosseguir; extremo, limite:
Estava no fim de suas forças. 
3.A última parte de qualquer coisa:
Lia rápido para chegar ao fim do capítulo. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p><strong>fim</strong><br />
[Do lat. <em>fine</em>.]<br />
Substantivo masculino.<br />
1.Momento em que se acaba ou se conclui  alguma coisa; conclusão, termo final:<br />
<em>Tudo na vida tem um <span style="text-decoration: underline;">fim</span></em>;<br />
<em>o <span style="text-decoration: underline;">fim</span> de uma relação amorosa. </em><br />
2.Ponto além do qual não se pode prosseguir; extremo, limite:<br />
<em>Estava no <span style="text-decoration: underline;">fim</span> de suas forças. </em><br />
3.A última parte de qualquer coisa:<br />
<em>Lia rápido para chegar ao <span style="text-decoration: underline;">fim</span> do capítulo. </em><br />
4.Extremidade, limite:<br />
<em>A loja é  ali no <span style="text-decoration: underline;">fim</span> da rua. </em><br />
5.Causa, motivo:<br />
<em>Ver a criança foi o <span style="text-decoration: underline;">fim</span> que me trouxe aqui. </em><br />
6.Intenção, propósito; finalidade:<br />
“O primeiro <span style="text-decoration: underline;">fim</span> das Farpas foi promover o riso.” (Eça  de Queirós, <em>Notas Contemporâneas</em>, p. 33);<br />
<em>O meu <span style="text-decoration: underline;">fim</span>, ao fazer esta viagem, foi ser-lhe útil. </em><br />
7.Alvo, fito, mira:<br />
<em>A glória é  o seu <span style="text-decoration: underline;">fim</span>. </em><br />
8.Morte, falecimento:<br />
<em>Nunca se sabe quando chega o <span style="text-decoration: underline;">fim</span>. </em></p></blockquote>
<p>Fim é uma palavra bonita. Assim como &#8220;end&#8221;. Palavra forte, com peso e tal. Estava lembrando hoje que na época que eu fazia cursinho eu pensava freqüentemente numa imagem/algo&#8230;eu até fiz um desenho na época, mas ficou ruim. Era sobre aquela história de que no final do arco-íris existe um pote de ouro&#8230;bem, só que no que eu imaginava tinha um empecilho, que na verdade é o grande mote desse pensamento. No que eu imaginava, existia um baú enorme sim, porém tinha uma fechadura com uma chave totalmente desconhecida. No caso, não havia exatamente ouro, ele estava fechado&#8230;enfim, mas eu sabia o que tinha dentro. E bem, na verdade não era nem um baú, isso tudo era uma grande metáfora sentimental que eu transformei em imagem na minha cabeça. Mas bem, isso me lembrou também que na frente das catracas do metrô Alto do Ipiranga existe algo parecido, um jardim muito bonito e bem cuidado com um caminho de tijolinhos de concreto que leva para uma porta amarelona, onde está escrito: &#8220;não entre&#8221;; deve ser uma sala técnica e tal, ou de manutenção, mas enfim, toda vez que via isso lembrava do &#8216;meu baú&#8217; trancado. E isso existe em vários outros casos, caminhos que te atraem, só que no final de repelem. A planta carnívora é assim.</p>
<p>O fim então tem vários níveis. Uma pessoa normal não poderia atravessar essa porta do metrô que citei, os funcionários podem, então ela só é fim pra algumas pessoas. Quando um casal termina o namoro, é um fim, mas alguns voltam, às vezes brigam e voltam várias vezes, o fim não foi &#8220;o fim&#8221;. Clique <a href="http://www.endoftheinternet.com/" target="_blank">aqui </a>e veja &#8220;o fim&#8221; da internet, hehe.</p>
<p>Isso me lembra uma outra coisa também que passei um tempo pensando, entender aquelas placas de &#8220;Não pise na grama&#8221;. Porque pra mim grama sempre foi algo que foi feito pra ser pisada. Daí hoje eu fui assistir o dvd &#8220;classic albums: dark side of the moon&#8221;, e o Roger Waters fala que escreveu Brain Damage com esse pensamento&#8230;fiquei feliz por alguém ter tido um dia o mesmo pensamento que eu. É sempre bom saber que você não viaja sozinho em algo.</p>
<div id="attachment_331" class="wp-caption alignleft" style="width: 152px"><a href="http://www.vncs.net/wp-content/uploads/2010/01/bicho.de_.bolso_1966.jpg"><img class="size-medium wp-image-331" title="bicho.de.bolso_1966" src="http://www.vncs.net/wp-content/uploads/2010/01/bicho.de_.bolso_1966-237x300.jpg" alt="" width="142" height="180" /></a><p class="wp-caption-text">Bicho, Lygia Clark</p></div>
<p>O que de certa forma também tem haver com um dos grandes problemas que eu vejo na relação que se criou com a Arte hoje em dia. É aquela coisa de &#8220;não me toque, sou uma obra de arte&#8221;. Existe uma série feita pela Lygia Clark chamada Bichos, que eram umas esculturas de metal com dobradiças que se moviam e tal. A graça dessas obras era a possibilidade de você interagir, hoje todas(ou pelo menos todas as vezes que vi) elas possuem uma etiqueta enorme de &#8220;não toque&#8221; ao lado, ou estão dentro de caixas de vidro. O que será que é melhor pra Arte? Deixar ela ser uma obra viva e presente, ou deixa-lá ser apenas um registro do passado? E isso é muito foda, porque é exatamente isso que acontece hoje em dia, a Arte deixou-se ficar muito presa ao passado&#8230;o passado é importante, mas a Arte deveria ser viva; inclusive vou contribuir pra isso e escreverei arte agora sempre sem &#8216;A&#8217; maiúsculo. A arte precisa deixar de ser intocável.<br />
Então desejo mais um fim, o da Arte.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.vncs.net/tema-aleatorio-pego-no-dicionario/fim/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Ervas Daninhas</title>
		<link>http://www.vncs.net/filmes/ervas-daninhas/</link>
		<comments>http://www.vncs.net/filmes/ervas-daninhas/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 09 Jan 2010 04:31:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vncs.</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filmes]]></category>
		<category><![CDATA["metalinguagem"]]></category>
		<category><![CDATA[Alan Resnais]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Donnie Darko]]></category>
		<category><![CDATA[Espaço Unibanco]]></category>
		<category><![CDATA[Frase de filme]]></category>
		<category><![CDATA[HSBC Belas Artes]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.vncs.net/?p=325</guid>
		<description><![CDATA[Assisti esse filme esses dias, queria ver qualquer um, fazia um tempinho que não ia ao cinema. Escolhi ele mais porque o diretor era o Resnais, vi há uns 2 anos um outro filme dele que parece que esta em cartaz eternamente no cinema do HSBC, &#8220;Medos Privados em Lugares Públicos&#8221;&#8230;medos privados foi legal e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_326" class="wp-caption alignleft" style="width: 231px"><a href="http://www.vncs.net/wp-content/uploads/2010/01/les-herbes-folles.jpg"><img class="size-medium wp-image-326" title="les-herbes-folles" src="http://www.vncs.net/wp-content/uploads/2010/01/les-herbes-folles-221x300.jpg" alt="" width="221" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">O cartaz é bonitinho</p></div>
<p>Assisti esse filme esses dias, queria ver qualquer um, fazia um tempinho que não ia ao cinema. Escolhi ele mais porque o diretor era o Resnais, vi há uns 2 anos um outro filme dele que parece que esta em cartaz eternamente no cinema do HSBC, &#8220;Medos Privados em Lugares Públicos&#8221;&#8230;medos privados foi legal e tal, daí eu fui ver qual é que era desse novo. Começa com uma espécie de apresentação bem descritiva, onde uma mulher perdia uma carteira após fazer compras e tal, e avisa ao espectador que esse acontecimento aparentemente normal vai trazer uma história interessante. Enfim, daí um senhor encontra a carteira jogada no chão de um estacionamento, e o narrador( que aparentemente é ele mesmo) descreve mil coisas no pensamento, sobre teorias em relação a dona da carteira e o sobre o que ele faria agora. Bem foi um começo até legal e tal, apesar de parecer ruim pelo que eu escrevi, hahaha. Achei divertido porque várias cenas brincam com o espectador. Mas não passa disso, a partir do meio do filme começa a viajar demais e tal&#8230;daí passou do engraçadinho/divertido pra rídiculo, haha. Mas tudo bem, foi bacana.</p>
<p>Ah, e tem uma frase no filme muito boa. É uma coisa que eu sinto e imagino que mais pessoas sintam, até porque foi dita no filme, portanto pelo menos eu e quem botou essa frase no filme concordamos, haha. Que em determinada cena, a mulher espera &#8217;secretamente&#8217; o velho sair do cinema para conhecê-lo &#8211; ele queria muito conhecer ela também &#8211; mas nem esperava e tal. Daí logo que acaba a sessão, as pessoas começam a sair, e então o velho aparece e o narrador diz(vou parafrasear porque não lembro exatamente as palavras)<strong> que no momento em que você sai de uma sessão de cinema, pode acontecer qualquer coisa fantástica que você não vai se impressionar tanto. </strong>O cinema tem essa magia de alterar a sua realidade por alguns minutos, às vezes horas.<strong> </strong>Achei legal a frase. Tipo algo que eu mais sentia do que pensava, nunca tinha parado pra refletir nisso em específico. E o engraçado é que isso é uma magia da sessão do cinema mesmo, porque não funciona pra DVD, nem nada. Talvez eu tenha sentido algo parecido por alguns instantes quando vi pela primeira vez <strong>Donnie Darko</strong> no computador, o que me faz pensar o quão legal seria ter visto no cinema&#8230;.o que me fez lembrar que ele nem passou no cinema aqui no brasil, acho que por ser um filme bem mal visto por muitas pessoas.</p>
<p>Mas enfim, tô baixando <strong>Hiroshima Mon Amour</strong> do Resnais, que é o mais famosinho dele e tal, vamos ver consigo salvar a reputação do Resnais na minha mente depois que eu assistir.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.vncs.net/filmes/ervas-daninhas/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Hanami</title>
		<link>http://www.vncs.net/filmes/hanami/</link>
		<comments>http://www.vncs.net/filmes/hanami/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 05 Jan 2010 12:10:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vncs.</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[alemanha]]></category>
		<category><![CDATA[butô]]></category>
		<category><![CDATA[casal velhinho]]></category>
		<category><![CDATA[Doris Dörrie]]></category>
		<category><![CDATA[hanami]]></category>
		<category><![CDATA[japão]]></category>
		<category><![CDATA[monte fuji]]></category>
		<category><![CDATA[morte]]></category>
		<category><![CDATA[velhinha boazinha e sonhadora]]></category>
		<category><![CDATA[velho rabugento]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.vncs.net/?p=315</guid>
		<description><![CDATA[Tá passando um filme agora no Espaço Unibanco, chama Hanami &#8211; Cerejeiras em flor. Assista que vale a pena. Eu assisti na mostra de 2008, é bem bonito. =}
Palavras chaves do filme são mais interessantes: casal velhinho, velho rabugento, velhinha boazinha e sonhadora, alemanha, morte, japão, butô, monte fuji.
Eu lembro que chorei, hahaha. Eu assisti [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_317" class="wp-caption alignright" style="width: 260px"><a href="http://www.vncs.net/wp-content/uploads/2010/01/kirschbluten3-e1262693746677.jpg"><img class="size-full wp-image-317" title="kirschbluten3" src="http://www.vncs.net/wp-content/uploads/2010/01/kirschbluten3-e1262693746677.jpg" alt="" width="250" height="353" /></a><p class="wp-caption-text">É legal essa menina falando &quot;the shadow dance&quot;</p></div>
<p>Tá passando um filme agora no <strong>Espaço Unibanco</strong>, chama<strong> Hanami &#8211; Cerejeiras em flor</strong>. Assista que vale a pena. Eu assisti na mostra de 2008, é bem bonito. =}<br />
Palavras chaves do filme são mais interessantes: <em>casal velhinho, velho rabugento, velhinha boazinha e sonhadora, alemanha, morte, japão, butô, monte fuji.</em></p>
<p>Eu lembro que chorei, hahaha. Eu assisti aquele filme japonês  &#8217;A Partida&#8217; outro dia no cinema, e tipo é engraçado que no final do filme eu ouvi uns solucinhos, haha&#8230;e analisei e as três pessoas chorantes eram tipo japonesas de meia idade, sendo que nem é um filme tão emocionante. Esse Hanami é muito mais intenso e tal. Assista.</p>
<p>A diretora e roteirista é <strong>Doris Dörrie,</strong> nem conheço, mas é bom deixar registrado. =]<br />
<strong>Link do filme no IMDB:</strong><br />
<a href="http://www.imdb.com/title/tt0910559/">http://www.imdb.com/title/tt0910559/</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.vncs.net/filmes/hanami/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
