Go Steve Wiebe! .o/
Haha. The King of Kong é um documentário sobre o universo dos fliperamas dos anos 80 que ainda permanece vivo, especificamente sobre a competitividade em busca da quebra do recorde de maior pontos em Donkey Kong, que marca a estréia do personagem Mario nos video-games. O jogo consiste em comandar o Mario no resgate da princesa Peach do malvado Donkey Kong!!
, para isso Mario precisa desviar ou destruir barris que rolam no cenário, desviar de bolas de fogo com sorrisinho e molas pulantes.
A edição cria toda expectativa sobre o que vai acontecer nessa “batalha” pela conquista do recorde. O documentário acaba não conseguindo ser objetivo/imparcial, pois o transforma em algo dualista. Steve Wiebe, o bem, pai e marido dedicado, que tenta com muito esforço conseguir um grande feito na vida, obter o recorde mundial no jogo. E de outro lado o mal, Billy Mitchell, o defensor do título arrogante e pré-potente. Porém, isso é que deixa o filme bacana, e emocionante, de fato, no final. Uma lição de como batalhar muito por algo, mantendo a humildade.
Além do foco na batalha dos dois, o filme mostra a grande jornada de Walter Day, que desde os anos 80 luta pela continuidade desse universo competitivo dos games clássicos.
Podemos dizer que é uma pequena história sobre a tentativa do homem de tentar ser o melhor em algo, sentimento universal porém mais enfático na cultura americana. A luta, tanto de Wiebe no recorde, quanto de Day na organização. De como encarar a derrota, e como não encara-la. E como as pessoas tornam certos aspectos da vida como própria filosofia.
O tipo de filme que eu acho que só quem se interessa a assistir é quem tem um mínimo de gene nerdZOR, porém tenho certeza que muita gente apreciaria, pois vai além de games. Eu sou bizarro, não choro em filmes de drama forçado, por outro lado dei uma choradinha(na verdade só lacrimejei) nesse documentário. hahaha. Tem algo muito humano nele.
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