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	<title>vncs. &#187; Arte</title>
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	<description>vinícius nakamura</description>
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		<title>fim</title>
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		<pubDate>Mon, 11 Jan 2010 02:50:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vncs.</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tema aleatório pego no dicionário]]></category>
		<category><![CDATA[arco-iris]]></category>
		<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Bichos]]></category>
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		<category><![CDATA[Lygia Clark]]></category>
		<category><![CDATA[metro alto do ipiranga]]></category>
		<category><![CDATA[não pise na grama]]></category>
		<category><![CDATA[pote de ouro]]></category>

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		<description><![CDATA[fim [Do lat. fine.] Substantivo masculino. 1.Momento em que se acaba ou se conclui alguma coisa; conclusão, termo final: Tudo na vida tem um fim; o fim de uma relação amorosa. 2.Ponto além do qual não se pode prosseguir; extremo, limite: Estava no fim de suas forças. 3.A última parte de qualquer coisa: Lia rápido [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p><strong>fim</strong><br />
[Do lat. <em>fine</em>.]<br />
Substantivo masculino.<br />
1.Momento em que se acaba ou se conclui  alguma coisa; conclusão, termo final:<br />
<em>Tudo na vida tem um <span style="text-decoration: underline;">fim</span></em>;<br />
<em>o <span style="text-decoration: underline;">fim</span> de uma relação amorosa. </em><br />
2.Ponto além do qual não se pode prosseguir; extremo, limite:<br />
<em>Estava no <span style="text-decoration: underline;">fim</span> de suas forças. </em><br />
3.A última parte de qualquer coisa:<br />
<em>Lia rápido para chegar ao <span style="text-decoration: underline;">fim</span> do capítulo. </em><br />
4.Extremidade, limite:<br />
<em>A loja é  ali no <span style="text-decoration: underline;">fim</span> da rua. </em><br />
5.Causa, motivo:<br />
<em>Ver a criança foi o <span style="text-decoration: underline;">fim</span> que me trouxe aqui. </em><br />
6.Intenção, propósito; finalidade:<br />
“O primeiro <span style="text-decoration: underline;">fim</span> das Farpas foi promover o riso.” (Eça  de Queirós, <em>Notas Contemporâneas</em>, p. 33);<br />
<em>O meu <span style="text-decoration: underline;">fim</span>, ao fazer esta viagem, foi ser-lhe útil. </em><br />
7.Alvo, fito, mira:<br />
<em>A glória é  o seu <span style="text-decoration: underline;">fim</span>. </em><br />
8.Morte, falecimento:<br />
<em>Nunca se sabe quando chega o <span style="text-decoration: underline;">fim</span>. </em></p></blockquote>
<p>Fim é uma palavra bonita. Assim como &#8220;end&#8221;. Palavra forte, com peso e tal. Estava lembrando hoje que na época que eu fazia cursinho eu pensava freqüentemente numa imagem/algo&#8230;eu até fiz um desenho na época, mas ficou ruim. Era sobre aquela história de que no final do arco-íris existe um pote de ouro&#8230;bem, só que no que eu imaginava tinha um empecilho, que na verdade é o grande mote desse pensamento. No que eu imaginava, existia um baú enorme sim, porém tinha uma fechadura com uma chave totalmente desconhecida. No caso, não havia exatamente ouro, ele estava fechado&#8230;enfim, mas eu sabia o que tinha dentro. E bem, na verdade não era nem um baú, isso tudo era uma grande metáfora sentimental que eu transformei em imagem na minha cabeça. Mas bem, isso me lembrou também que na frente das catracas do metrô Alto do Ipiranga existe algo parecido, um jardim muito bonito e bem cuidado com um caminho de tijolinhos de concreto que leva para uma porta amarelona, onde está escrito: &#8220;não entre&#8221;; deve ser uma sala técnica e tal, ou de manutenção, mas enfim, toda vez que via isso lembrava do &#8216;meu baú&#8217; trancado. E isso existe em vários outros casos, caminhos que te atraem, só que no final de repelem. A planta carnívora é assim.</p>
<p>O fim então tem vários níveis. Uma pessoa normal não poderia atravessar essa porta do metrô que citei, os funcionários podem, então ela só é fim pra algumas pessoas. Quando um casal termina o namoro, é um fim, mas alguns voltam, às vezes brigam e voltam várias vezes, o fim não foi &#8220;o fim&#8221;. Clique <a href="http://www.endoftheinternet.com/" target="_blank">aqui </a>e veja &#8220;o fim&#8221; da internet, hehe.</p>
<p>Isso me lembra uma outra coisa também que passei um tempo pensando, entender aquelas placas de &#8220;Não pise na grama&#8221;. Porque pra mim grama sempre foi algo que foi feito pra ser pisada. Daí hoje eu fui assistir o dvd &#8220;classic albums: dark side of the moon&#8221;, e o Roger Waters fala que escreveu Brain Damage com esse pensamento&#8230;fiquei feliz por alguém ter tido um dia o mesmo pensamento que eu. É sempre bom saber que você não viaja sozinho em algo.</p>
<div id="attachment_331" class="wp-caption alignleft" style="width: 152px"><a href="http://www.vncs.net/wp-content/uploads/2010/01/bicho.de_.bolso_1966.jpg"><img class="size-medium wp-image-331" title="bicho.de.bolso_1966" src="http://www.vncs.net/wp-content/uploads/2010/01/bicho.de_.bolso_1966-237x300.jpg" alt="" width="142" height="180" /></a><p class="wp-caption-text">Bicho, Lygia Clark</p></div>
<p>O que de certa forma também tem haver com um dos grandes problemas que eu vejo na relação que se criou com a Arte hoje em dia. É aquela coisa de &#8220;não me toque, sou uma obra de arte&#8221;. Existe uma série feita pela Lygia Clark chamada Bichos, que eram umas esculturas de metal com dobradiças que se moviam e tal. A graça dessas obras era a possibilidade de você interagir, hoje todas(ou pelo menos todas as vezes que vi) elas possuem uma etiqueta enorme de &#8220;não toque&#8221; ao lado, ou estão dentro de caixas de vidro. O que será que é melhor pra Arte? Deixar ela ser uma obra viva e presente, ou deixa-lá ser apenas um registro do passado? E isso é muito foda, porque é exatamente isso que acontece hoje em dia, a Arte deixou-se ficar muito presa ao passado&#8230;o passado é importante, mas a Arte deveria ser viva; inclusive vou contribuir pra isso e escreverei arte agora sempre sem &#8216;A&#8217; maiúsculo. A arte precisa deixar de ser intocável.<br />
Então desejo mais um fim, o da Arte.</p>
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		<title>My Kid Could Paint That (2007)</title>
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		<pubDate>Sat, 28 Nov 2009 23:44:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vncs.</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[arte abstrata]]></category>
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		<description><![CDATA[Primeiro darei mais ou menos uma sinopse sobre o filme. Uma menina de 4 anos de uma família normal começa a pintar quadros abstratos e passa a ser uma celebridade e sucesso de vendas no mercado de Arte. Sim essa é uma sinopse porca. Mas o documentário levanta muitas outras coisas. Inicialmente sobre &#8220;Arte Moderna&#8221;, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_279" class="wp-caption alignright" style="width: 212px"><img class="size-medium wp-image-279" title="my_kid_could_paint_that" src="http://www.vncs.net/wp-content/uploads/2009/11/my_kid_could_paint_that-202x300.jpg" alt="my_kid_could_paint_that" width="202" height="300" /><p class="wp-caption-text">pôster legal <img src='http://www.vncs.net/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p></div>
<p>Primeiro darei mais ou menos uma sinopse sobre o filme. Uma menina de 4 anos de uma família normal começa a pintar quadros abstratos e passa a ser uma celebridade e sucesso de vendas no mercado de Arte. Sim essa é uma sinopse porca.</p>
<p>Mas o documentário levanta muitas outras coisas. Inicialmente sobre &#8220;Arte Moderna&#8221;, como o próprio diretor diz dentro do documentário, depois passou a ser sobre &#8220;o poder da mídia&#8221;, e por fim passou a ser um pouco metalinguístico, onde se discutia no próprio documentário o que é contar uma história imparcial, impossível é claro, sempre há um ponto de vista. Até no filme, uma jornalista comenta sobre o documentário: &#8220;vai ser uma história sobre como contar uma história.&#8221;, e um crítico de arte: &#8220;Esse seu documentário vai de certa forma ser uma mentira. É a sua construção dos fatos.&#8221; Não sei exatamente se é uma mentira. Desse modo só há mentiras, e a verdade seria algo <span id="D_Titulo">inalcançável</span>. Prefiro pensar que todas pequenas verdades contribuem para uma verdade maior, como os quadros cubista de várias perspectivas formando uma única representação. Enfim, a grande polêmica do documentário é sobre a veracidade da autoria dos quadros, se o pai interferia ou não.</p>
<p>Os quadros da menina foram vendidos por 25.000, 10.000 doláres, é muita grana. E essa coisa dos preços da arte é o que fazem as pessoas acharem Arte um absurdo. Existe uma grande diferença entre a Arte e o mercado de Arte. Existem obras que tem seu valor pictórico, existem obras que tem seu valor histórico e existem obras que tem seu valor de mercado. As vezes as três coisas estão juntas, outras vezes não. A pessoa vai a um museu, olha uma obra e pensa: &#8220;eu poderia pintar isso&#8221;, de certa forma ela pode até ter razão. Você não precisa ser um gênio para estar num museu hoje em dia, você precisa de sorte e bons contatos que te farão ser uma celebridade. Não há méritos nessa menina do filme, mesmo que ela seja mesmo a autora de todos os quadros, ela só pinta. O que vem depois é um mercado que aceitou aquilo por seu valor excêntrico. 25.000 dólares são para o contexto. Eu não vi valor estético nenhum nos quadros dela, pra alguém pode ter, isso é relativo.</p>
<p>É triste ver como os objetos artísticos se tornaram peças de investimento. Por isso que eu prefiro o mundo da fotografia, do cinema, da arte reprodutiva em geral. Porque nela dificilmente se envolve um valor absurdo mercadológico, e sim um valor estético, mesmo nesses filmes americanos de só explosões e tudo mais que vendem milhões, apesar de existir uma intenção voltada para o lucro, muita gente gosta de ver pelo aspecto majestoso e sublime dessa coisa BOOOM, CABOOMM, CRASH. Não deixa de ser um grande valor estético que as pessoas encontram.</p>
<p>O filme em geral é bacana, gostei como o diretor e o próprio filme passaram a ser personagens no final. Ultimamente vendo esses documentários legais da até vontade de fazer um, quem sabe um dia eu faça <img src='http://www.vncs.net/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> &#8230;Ah, só pra informar, o nome da menina é <a href="http://images.google.com/images?rlz=1C1GGLS_pt-BRBR336BR336&amp;sourceid=chrome&amp;q=marla%20olmstead&amp;um=1&amp;ie=UTF-8&amp;sa=N&amp;hl=en&amp;tab=wi" target="_blank">Marla Olmstead</a> (clique para uma busca no google imagens)</p>
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		<title>Desescalada</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Oct 2009 00:56:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vncs.</dc:creator>
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		<category><![CDATA[2012]]></category>
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		<category><![CDATA[dicionário]]></category>
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		<description><![CDATA[desescalada [De des- + escalada.] Substantivo feminino. 1.Redução progressiva de uma atividade guerreira. 2.Retirada progressiva de armas potentes numa guerra. 3.Retirada progressiva de tropas numa guerra. 4.Redução de armamentos. O dicionário é um lugar legal, eu acho interessante como existem muitas palavras que poderiam ser usadas e não são. Desescalada, por exemplo. Escalada é uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p><span id="D_Titulo"><strong>desescalada</strong></span><span id="D_BR_TIT"><br />
</span><span id="D_PALAVRA"><span id="D_ETM">[De <em>des- +  escalada</em>.] </span><span id="D_CG"><span id="D_N_CG"><span id="D_BR"><br />
</span>Substantivo feminino. </span><span id="D_N_DEF2"><span id="D_BR"><br />
</span>1.</span><span id="D_DEF">Redução progressiva de uma atividade  guerreira. </span><span id="D_N_DEF2"><span id="D_BR"><br />
</span>2.</span><span id="D_DEF">Retirada progressiva de armas potentes numa guerra. </span><span id="D_N_DEF2"><span id="D_BR"><br />
</span>3.</span><span id="D_DEF">Retirada  progressiva de tropas numa guerra. </span><span id="D_N_DEF2"><span id="D_BR"><br />
</span>4.</span><span id="D_DEF">Redução de  armamentos.</span></span></span></p></blockquote>
<p>O dicionário é um lugar legal, eu acho interessante como existem muitas palavras que poderiam ser usadas e não são. Desescalada, por exemplo. Escalada é uma palavra conhecida, geralmente usada para representar uma situação de escalar algo, mas também como progressão sobre algo&#8230;e portanto desescalada poderia ser usada também, mas não lembro de ter visto ela em nenhum lugar, além de hoje no dicionário. Uma vez eu descobri que existe a palavra trilema, e não apenas a famosa dilema. Dilema para duas opções difíceis sobre alguma decisão, logo, trilema para três.</p>
<p>Pelas definições ali de cima, desescalada deveria ser algo usado especificamente para guerras. Guerra não é uma coisa legal, mas é um método eficiente de decisões. Porque as pessoas são e sempre foram muita confusas, e discussões nunca funcionaram muito bem, então o que eles faziam: &#8220;guerra&#8221;, quando o racional descobre que a própria racionalidade não vai levar a nenhuma resposta muito imediata, então se &#8216;liga&#8217; o irracional.</p>
<p>Eu desacredito um pouco de que hoje o mundo é um lugar mais pacifico por causa de uma possível consciência mundial depois da &#8220;bárbarie&#8221; da 2ª Guerra&#8230;sendo um pouco maquiavélico, penso que é muito mais plausível ser em decorrência de que com a globalização, industrialização e etczação o ser humano &#8220;deixou&#8221; de sonhar. Acabaram-se os ideais. O que move uma guerra? Armas? Não, o que move são os ideais, se fosse por armas estaríamos na maior guerra de todos os tempos. Que tipo de mundo pacífico é esse, que um país não bélico se importa com a compra de caças? Que tipo de mundo pacífico se discute a diminuição de ogivas nucleares, ao invés de discutir o fim delas? Será que estamos num mundo que já superou a guerra mesmo? Ou será que só estamos esperando novos ideais? Para utilização após verificarmos que o racional mais uma vez não funcionou. Então boom, de novo.</p>
<p>Tenho um pouco de receio porque a Arte sempre prevê situações universais. A Arte atualmente está morta. Não morreu, mas está morta. E 2012 tá logo ali.<br />
Eu gosto muito dessas previsões, porque sei que elas nunca são certas, mas acho legal imaginar que algum louco vai comprar a idéia, e ele mesmo fará acontecer acreditando. Tipo uma previsão falsa, mas que se auto alimenta tornando-se uma previsão verdadeira.</p>
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		<title>O contrário de miniatura é o que?</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Oct 2009 00:16:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vncs.</dc:creator>
				<category><![CDATA[Post fail]]></category>
		<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Claes Oldenburg]]></category>
		<category><![CDATA[TV]]></category>

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		<description><![CDATA[Esses dias eu estava lembrando de como eu gostava desse programa. Achava demais os produtos gigantes que os competidores tinham que achar. Quase tudo na vida é feito para escala humana, e é legal encontrar coisas fora dela. Claes Oldenburg é um artista da chamada Pop Art que trabalhou com isso, objetos do cotidiano em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esses dias eu estava lembrando de como eu gostava desse programa.</p>
<p style="text-align: center;"><object width="425" height="355" type="application/x-shockwave-flash" data="http://www.youtube.com/v/Lv3EmK41b08"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/Lv3EmK41b08" /></object></p>
<p>Achava demais os produtos gigantes que os competidores tinham que achar. Quase tudo na vida é feito para escala humana, e é legal encontrar coisas fora dela. Claes Oldenburg é um artista da chamada Pop Art que trabalhou com isso, objetos do cotidiano em escalas gigantescas.</p>
<p><a href="http://oldenburgvanbruggen.com/largescaleprojects/clothespin.htm">http://oldenburgvanbruggen.com/largescaleprojects/clothespin.htm</a><br />
<a href="http://oldenburgvanbruggen.com/largescaleprojects/stakehitch.htm"> http://oldenburgvanbruggen.com/largescaleprojects/stakehitch.htm</a><br />
<a href="http://oldenburgvanbruggen.com/largescaleprojects/bigsweep.htm"> http://oldenburgvanbruggen.com/largescaleprojects/bigsweep.htm</a><br />
<a href="http://oldenburgvanbruggen.com/largescaleprojects/flyingpins.htm"> http://oldenburgvanbruggen.com/largescaleprojects/flyingpins.htm</a></p>
<p>Outro dia eu vi uma embalagem gigante de protetor solar como propaganda na catraca do metrô brigadeiro, esse &#8216;advento&#8217; da publicidade com certeza só é considerado algo normal hoje por causa da visualidade que a pop &#8220;criou&#8221;, na verdade só revelou algo que já tendia a acontecer. Aliás, isso é uma dúvida que eu tenho, será que um individuo ou um grupo pequeno consegue ser realmente muito genial a ponto de criar um novo paradoxo, ou será que o engrenar da sociedade como um todo é o que gera as mudanças, e um grupo ou indivíduo só atua como um Fatality final? Talvez existam as duas coisas. Vou considerar isso então. Post chato, todo post chato(mais chato do que o normal) eu coloco na categoria post fail.</p>
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