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	<title>vncs. &#187; mercado</title>
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	<description>vinícius nakamura</description>
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		<title>My Kid Could Paint That (2007)</title>
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		<pubDate>Sat, 28 Nov 2009 23:44:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vncs.</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Primeiro darei mais ou menos uma sinopse sobre o filme. Uma menina de 4 anos de uma família normal começa a pintar quadros abstratos e passa a ser uma celebridade e sucesso de vendas no mercado de Arte. Sim essa é uma sinopse porca. Mas o documentário levanta muitas outras coisas. Inicialmente sobre &#8220;Arte Moderna&#8221;, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_279" class="wp-caption alignright" style="width: 212px"><img class="size-medium wp-image-279" title="my_kid_could_paint_that" src="http://www.vncs.net/wp-content/uploads/2009/11/my_kid_could_paint_that-202x300.jpg" alt="my_kid_could_paint_that" width="202" height="300" /><p class="wp-caption-text">pôster legal <img src='http://www.vncs.net/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p></div>
<p>Primeiro darei mais ou menos uma sinopse sobre o filme. Uma menina de 4 anos de uma família normal começa a pintar quadros abstratos e passa a ser uma celebridade e sucesso de vendas no mercado de Arte. Sim essa é uma sinopse porca.</p>
<p>Mas o documentário levanta muitas outras coisas. Inicialmente sobre &#8220;Arte Moderna&#8221;, como o próprio diretor diz dentro do documentário, depois passou a ser sobre &#8220;o poder da mídia&#8221;, e por fim passou a ser um pouco metalinguístico, onde se discutia no próprio documentário o que é contar uma história imparcial, impossível é claro, sempre há um ponto de vista. Até no filme, uma jornalista comenta sobre o documentário: &#8220;vai ser uma história sobre como contar uma história.&#8221;, e um crítico de arte: &#8220;Esse seu documentário vai de certa forma ser uma mentira. É a sua construção dos fatos.&#8221; Não sei exatamente se é uma mentira. Desse modo só há mentiras, e a verdade seria algo <span id="D_Titulo">inalcançável</span>. Prefiro pensar que todas pequenas verdades contribuem para uma verdade maior, como os quadros cubista de várias perspectivas formando uma única representação. Enfim, a grande polêmica do documentário é sobre a veracidade da autoria dos quadros, se o pai interferia ou não.</p>
<p>Os quadros da menina foram vendidos por 25.000, 10.000 doláres, é muita grana. E essa coisa dos preços da arte é o que fazem as pessoas acharem Arte um absurdo. Existe uma grande diferença entre a Arte e o mercado de Arte. Existem obras que tem seu valor pictórico, existem obras que tem seu valor histórico e existem obras que tem seu valor de mercado. As vezes as três coisas estão juntas, outras vezes não. A pessoa vai a um museu, olha uma obra e pensa: &#8220;eu poderia pintar isso&#8221;, de certa forma ela pode até ter razão. Você não precisa ser um gênio para estar num museu hoje em dia, você precisa de sorte e bons contatos que te farão ser uma celebridade. Não há méritos nessa menina do filme, mesmo que ela seja mesmo a autora de todos os quadros, ela só pinta. O que vem depois é um mercado que aceitou aquilo por seu valor excêntrico. 25.000 dólares são para o contexto. Eu não vi valor estético nenhum nos quadros dela, pra alguém pode ter, isso é relativo.</p>
<p>É triste ver como os objetos artísticos se tornaram peças de investimento. Por isso que eu prefiro o mundo da fotografia, do cinema, da arte reprodutiva em geral. Porque nela dificilmente se envolve um valor absurdo mercadológico, e sim um valor estético, mesmo nesses filmes americanos de só explosões e tudo mais que vendem milhões, apesar de existir uma intenção voltada para o lucro, muita gente gosta de ver pelo aspecto majestoso e sublime dessa coisa BOOOM, CABOOMM, CRASH. Não deixa de ser um grande valor estético que as pessoas encontram.</p>
<p>O filme em geral é bacana, gostei como o diretor e o próprio filme passaram a ser personagens no final. Ultimamente vendo esses documentários legais da até vontade de fazer um, quem sabe um dia eu faça <img src='http://www.vncs.net/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> &#8230;Ah, só pra informar, o nome da menina é <a href="http://images.google.com/images?rlz=1C1GGLS_pt-BRBR336BR336&amp;sourceid=chrome&amp;q=marla%20olmstead&amp;um=1&amp;ie=UTF-8&amp;sa=N&amp;hl=en&amp;tab=wi" target="_blank">Marla Olmstead</a> (clique para uma busca no google imagens)</p>
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		<title>Se meu apartamento falasse (1960)</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Sep 2009 06:48:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vncs.</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[amor]]></category>
		<category><![CDATA[Billy Wilder]]></category>
		<category><![CDATA[comédia]]></category>
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		<description><![CDATA[Nome Original: The Apartment C.C. Baxter. Esse é o nome do personagem principal desse grande filme de Billy Wilder. Personagem com quem me identifiquei, pelo modo como ele encara o amor/relacionamento. Amar alguém quererendo e tentando fazer o bem para a pessoa amada, honestamente, sem necessitar ser amado em troca. Porque o homem ainda carrega [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nome Original<strong>: <a title="The Apartment" href="http://www.imdb.com/title/tt0053604/" target="_blank">The Apartment</a></strong></p>
<p>C.C. Baxter. Esse é o nome do personagem principal desse grande filme de Billy Wilder. Personagem com quem me identifiquei, pelo modo como ele encara o amor/relacionamento. Amar alguém quererendo e tentando fazer o bem para a pessoa amada, honestamente,<strong> sem necessitar ser amado em troca</strong>. Porque o homem ainda carrega o velho espírito baseado na troca. &#8216;Eu te dou 3 sacos de alfafa, e você me fornece água&#8217;, créditos da sua conta bancária  em troca de um show, etc&#8230;Muita gente crítica o dinheiro, diz que ele é &#8216;do mal&#8217;. Na verdade o grande alvo é o sistema de trocas, mercado. A idéia é ir contra isso, principalmente se tratando de amor, misturar amor com moeda não da. Amar pra mim é flecha, não iô-iô. Mas obviamente deve ser muito melhor ser correspondido, mas não tão necessário. Eu acho.</p>
<div class="wp-caption alignright" style="width: 261px"><a href="/wp-content/uploads/2009/09/apartment-lemmon-maclaine1.jpg"><img class="    " title="apartment-lemmon-maclaine(1)" src="/wp-content/uploads/2009/09/apartment-lemmon-maclaine1-300x208.jpg" alt="apartment-lemmon-maclaine(1)" width="251" height="175" /></a><p class="wp-caption-text">Casal bonitinho <img src='http://www.vncs.net/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p></div>
<p>Voltando ao filme, C.C. Baxter trabalha em uma grande empresa financeira, e almejando subir na carreira empresta seu apartamento para seus superiores se divertirem com algumas mulheres. Obviamente desejando boas recomendações ao chefão-master. Em meio a isso, se apaixona pela ascensorista Fran Kubelik(Shirley MacLaine, nunca tinha visto um filme dela, e ela está linda nesse filme :O)&#8230;Enfim, não contarei o filme. Só queria explicitar que gostei muito. Humor dinâmico, roteiro bem encaixado, detalhes muito bem articulados. Tenho visto alguns filmes desse diretor, Billy Wilder, e estou achando todos muito bons. Mesmo. Lista dos que eu vi e gostei, além desse, caso alguém se interesse:</p>
<ul>
<li><a href="http://www.cineplayers.com/filme.php?id=181" target="_blank">Crepúsculo dos Deuses (1950)</a> (esse na verdade eu não gostei, mas é do tipo de filme que é bom se você entender o contexto no qual ele foi lançado)</li>
<li><a href="http://www.cineplayers.com/filme.php?id=239" target="_blank">Testemunha de Acusação (1957)</a></li>
<li><a href="http://www.cineplayers.com/filme.php?id=2195" target="_blank">Cupido Não Tem Bandeira (1961)</a></li>
</ul>
<p>Enfim, mensagem final. Ame mais, e assista Billy Wilder. Em outro post escreverei mais sobre o amor. Porque &#8216;o amor é importante porra&#8217; (frase pixada por aí em SP)&#8230;</p>
<p>Estou dando notas para os filmes. Daí os posts sobre filmes terão estrelinhas. :] Esse merece um 9 com louvor.</p>
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