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	<title>vncs. &#187; vida</title>
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	<description>vinícius nakamura</description>
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		<title>O Lutador (2008)</title>
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		<pubDate>Sat, 14 Nov 2009 02:06:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vncs.</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Depois de assistir Réquiem para um Sonho e A Fonte da Vida recentemente, eu fiquei curioso pra assistir o último filme do Aronofsky. Gosto de assistir o filme sem ler a sinopse, acho que já citei isso aqui. No máximo ler umas palavras-chaves, no caso era &#8220;lutador aposentado&#8221;&#8230;só conhecia isso e o pôster. Bem, é um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_256" class="wp-caption alignright" style="width: 172px"><img class="size-medium wp-image-256 " title="the-wrestler_poster_01" src="http://www.vncs.net/wp/wp-content/uploads/2009/11/the-wrestler_poster_01-202x300.jpg" alt="&quot;só quero que você não me odeie.&quot;" width="162" height="240" /><p class="wp-caption-text">&quot;só quero que você não me odeie.&quot;</p></div>
<p>Depois de assistir Réquiem para um Sonho e <a href="http://www.vncs.net/filmes/a-fonte-da-vida-2006/" target="_blank">A Fonte da Vida</a> recentemente, eu fiquei curioso pra assistir o último filme do Aronofsky. Gosto de assistir o filme sem ler a sinopse, acho que já citei isso aqui. No máximo ler umas palavras-chaves, no caso era &#8220;lutador aposentado&#8221;&#8230;só conhecia isso e o pôster.<br />
Bem, é um drama tanto quanto os outros 2 filmes citados, e imagino que o Número Pi também seja, que agora fiquei com vontade de assistir pra completar os longas aronofskianos, haha. Como eu disse não gosto de ler sinopses, então vou evitar fazer do post uma sinopse, vou tentar escrever mais ou menos o que senti assistindo o filme sem contar muito da história. Bem, tem umas coisas parecida com a direção do Gus Van Sant, aquela coisa de seguir o personagem com a câmera e tal, tipo tentar fazer você se sentir o personagem e ao mesmo tempo um olhar pra dentro de si.<br />
No filme tem um lance meio &#8220;no coming back&#8221; que é muito real, tudo que podia ter sido e não foi&#8230;essas coisas são problemáticas, ações ou atitudes que você deixa de tomar que um dia você poderá se arrepender, e que dificilmente terá volta mesmo. E é interessante como essas coisas só vem a tona anos depois, o click no cérebro de algo que te faria, possivelmente, estar vivendo e sendo alguém com outras conexões de interesses, outros amigos, outras vontades. Difícil escolher o melhor caminho das coisas da vida, porque mesmo tentando não ter arrependimentos, estamos em uma constante mudança. É escolher uma direção com uma bússola eternamente desregulada, às vezes mais, às vezes menos.</p>
<p>Um pouco mais. Um pouco menos. Tem uma cena engraçada disso no filme <img src='http://www.vncs.net/wp/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<div id="attachment_261" class="wp-caption alignright" style="width: 185px"><img class="size-full wp-image-261 " title="11" src="http://www.vncs.net/wp/wp-content/uploads/2009/11/11.jpg" alt="marcas" width="175" height="116" /><p class="wp-caption-text">marcas</p></div>
<p>Tem uma imagem que representa isso que eu quis dizer, que a vida deixa marcas que poderiam ter alterado ou alteraram sua vida. Ambas estarão sempre com você.<br />
Não sei exatamente quanto tempo simboliza 1 linha desse corte na árvore, talvez 1 ano, sei lá.</p>
<p>Enfim, pra terminar uma viagem que pensei agora, somos uma grande expressão de tudo que tivemos contato com nossos sentidos. tudo que vimos, cheiramos, tocamos, ouvimos, comemos. Ou seja, tudo é uma coisa só, expressa em corpos.</p>
<p>E o filme ficou pra trás. Mas tem haver com o que eu falei. Recomendado, mas eu prefiro a Fonte da Vida =D</p>
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		<title>Morte</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Oct 2009 01:25:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vncs.</dc:creator>
				<category><![CDATA[desmembrando o nada]]></category>
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		<description><![CDATA[A morte é uma coisa fantástica. Porque se você parar pra pensar é algo que será vivenciado sempre pelos outros, como situação. Quando você morrer, você vai morrer e nem vai se importar com isso, a situação da sua morte será algo relevante somente para os outros. Você pode presentir sua morte, mas nunca irá [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A morte é uma coisa fantástica. Porque se você parar pra pensar é algo que será vivenciado sempre pelos <strong>outros</strong>, como situação. Quando você morrer, você vai morrer e nem vai se importar com isso, a situação da sua morte será algo relevante somente para os outros. Você pode presentir sua morte, mas nunca irá senti-la.</p>
<p>Pois é, e daí a gente vai morrer e  tal. Imagine, num segundo você está vivo, no outro já não existe mais nada. <strong>Nada</strong>. Eu acho que essa palavra só deveria ser usada em relação a isso. Nunca nada é nada, a não ser a pós-morte. Tipo, bizarro a morte. Porque não é uma questão de você vai ver tudo preto, NÃO! será nada. Não será algo parecido com o dormir, porque não é um estado de insconsciência, e sim um não-estado. É o nada.</p>
<p>Muita gente fala: &#8220;Ah, eu quero morrer dormindo.&#8221;. NÃO. Eu não quero, eu nunca morri dormindo pra saber se no momento exato da morte, eu simplesmente passo do sonhar para o descanso eterno. Quem me garante que antes do momento da morte, a pessoa não acorda, fica sem ar desesperada e aí então morre?</p>
<p>E eu quero saber o momento da minha morte, pensar no amor e tal, como se num último suspiro pudesse encaminhar o resto das minhas energias pra alguém ou algo.</p>
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